sexta-feira, 6 de maio de 2011

As sete leis de Noé

As sete leis de Noé são as únicas que são realmente obrigatórias aos gentios. As outras leis da Torá são ascessiveis e podem ser seguidas por qualquer um que agrada muito ao Eterno, mas não são obrigatórias aos gentios, só aos judeus pois faz parte da aliança que o Eterno fez com seu povo.
Noé

"E por meio deles escreveram o seguinte: Os apóstolos, os anciãos e os irmãos,aos irmãos dentre os gentios em Antioquia, na Siria e na Cilícia, Shalom. Portanto ouvimos que alguns dentre nós, aos quais nada mandamos, vos tem pertubado com palavras, confundindo as suas almas, dizendo que vós deveis primeiro serem circuncidados para então observar a Torá, o que não mandamos dizer. Por isso, todos nós reunidos, escolhemos alguns homens e os enviamos com os nossos amados Barnabé e Paulo, homens que tem se comprometido em prol de nosso senhor Yeshua HaMashiach. Enviamos portanto Judas e Silas, os quais também por palavra vos anunciarão as mesmas coisas. Porque pareceu bem á Ruach HaKodesh (espirito santo) e a nós não vos impôr maior encargo além destas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne estrangulada, e da imoralidade sexual; e destas coisas fareis bem de vos guardar. Sede firmes no senhor" (versão peshita) Atos 15,23-29

Toda pessoa tem em seu interior a vontade de praticar o que é correto, um anseio pelo divino, essa busca leva muitos a depender das religiões espalhadas pelo mundo, mas o que a imensa maioria não sabe é que o Criador fez um antigo pacto com a humanidade, um pacto que deveria ser passado de pai para filho por toda a eternidade, mas acabou praticamente perdido nas névoas do tempo, e foi preservado durante séculos pela academia de Shem e atualmente tornou-se mais evidente graças as facilidades tecnológicas e a liberdade religiosa. Você está convidado a estudar conosco e a conhecer mais sobre as shvah mitzvot bnei noach, o mais antigo pacto entre o Criador e a humanidade, sejam todos bem vindos à Tenda dos Descendentes de Noach.

O PACTO

Todos os seres humanos sao descendentes de Noach e portanto somos participantes do pacto eterno que o Criador fez com nosso pai, é dever de todo ser humano seguir em ensinar as leis desse pacto a seus filhos e pessoas próximas, pois somente através do cumprimento dessas simples, mas importantes regras teremos um mundo perfeito onde possamos estar seguros em deixar nossos descendentes.

Esse contrato garante benefícios a todos os seres humanos, pois o seu cumprimento garante nada menos que um mundo perfeito, as shvah mitzvot bnei Noach (sete leis dos filhos de Noach) são o caminho para uma vida plena e realizada, um caminho que não promete uma falsa salvação, pois não temos que ser salvos de nada e nem de ninguém, além de nossa própria ignorância.
Mas sim um caminho de realizações palpáveis, uma satisfação de saber estar fazendo a vontade do Criador e ao mesmo tempo ter uma vida feliz, desfrutando de tudo o que é bom nessa vida, pois tudo de bom foi feito para nós.

As sete leis dadas a Noach e transmitidas por gerações são:

1-) Saber que existe apenas um só Criador
2-) Não blasfemar o Nome do Criador
3-) Proteger a vida humana
4-) Honrar os laços matrimoniais
5-) Respeitar todo tipo de propriedade
6-) Proteger os animais
7-) Estabelecer tribunais e promover a justiça

Essas leis são a sintese de todo o sistema legal do pacto e Noach e todas elas serão estudadas mais profundamente Conheça tudo o que o Criador quer de você, nada além de ser uma pessoa honesta, justa e sem dúvida, feliz.

SABER QUE EXISTE APENAS UM CRIADOR

Podemos notar que a primeira lei consiste em saber que há um criador, saber é diferente de crer ou ter fé, pois a fé é algo emotivo, não racional e crer depende em depositar crédito em algo que você ouviu de outro, já o mandamento é saber que há um só criador, e essa sabedoria só vem com o devido estudo, essa lei também proibe todo o tipo de idolatria, muitas religiões ocidentais que dizem crer em um só deus definem como idolatria o culto a uma imagem ou falsa divindade, embora esse conceito não seja errado a prática de avodah zarah não se resume apenas nisso, acreditar que existe qualquer outra força no universo além do Criador já caracteriza idolatria, crer no poder de ''anjos'', demônios, intermediários, santos, astros e até mesmo adorar o Eterno Um de um modo que ele não quer já é uma quebra da primeira lei.O homem, a mais fraca das criaturas, está rodeado por forças de vida e morte muito mais poderosas que ele próprio. Confrontado com a vastidão destas forças universais, o homem poderia tentar "serví-las" para proteger a si mesmo, e melhorar sua propriedade. A essência da vida, entretanto,é reconhecer o Ser Supremo que criou o Universo - acreditar n'Ele e aceitar Suas leis com reverência e amor.
Devemos lembrar que Ele está consciente de nossos atos, premiando a bondade e castigando a maldade. Dependemos d'Ele, e apenas a Ele devemos lealdade. Imaginar que poderia haver outro poder capaz de nos proteger e suprir todas nossas necessidades, é não apenas tolice, mas contradiz o propósito da vida, e, como a história tem mostrado, potencialmente desencadeia forças indizíveis do mal em nós mesmos, e no mundo.

NÃO BLASFEMAR CONTRA O CRIADOR

Quando nos sentimos desapontados com a vida, quando as coisas não acontecem da maneira que deveriam, é muito fácil apontar um dedo acusador e culpar tudo e todos, até mesmo o Criador. Lealdade e confiança são fundamentais na vida.
Culpar o Eterno, praguejar, ou amaldiçoar outros em Seu nome, é um ato de deslealdade - derruba a base de toda ordem e estabilidade na qual uma sociedade justa deve se apoiar.
Em oposto a essas atitudes devemos sempre em nossa mente e com nossas ações e semblante agradecer sempre ao Criador, podemos não notar, mas cada respiro, cada alimento, cada dia de trabalho, os sorrisos, as alegrias devem ser agradecidos.
Devemos sempre manter em mente que muito mais do que nos dar a vida, o Eterno nos mantém vivos.
É sempre bom ter em mente que quando quebramos a primeira lei, quase sempre também quebramos a segunda, pois o ato de blasfêmia também consiste em tomar o nome do Eterno em ocasiões ou cultos vãos e também praticar feitiçarias, artes de adivinhação, necromancias e também amaldiçoar outras pessoas, pois somos a imagem criativa do Eterno, e amaldiçoar qualquer uma de suas criações é o mesmo que fazer isso ao Criador.

PROTEGER A VIDA HUMANA

Todo ser humano é um mundo inteiro. Salvar uma vida é salvar o mundo inteiro; destruir uma vida é destruir um mundo inteiro. Ajudar outros a viver é uma ramificação deste princípio.
O registro da desumanidade do homem com seu semelhante começa com a história de Qain e Hevel. O homem é de fato o guardião de seu irmão.

A proibição contra o assassinato protege o homem de agir contra seu semelhante.O homem deve lutar dentro de si mesmo a fim de dominar seus instintos e transformar o mau em bem.
O homem, o atacante, renega a santidade da vida humana, e por fim ataca o Criador, que nos criou à Sua imagem e semelhança.
Relacionado a este mandamento ainda está proibição de suícidio e aborto, e também não menos importante a proibição de difamar alguém, pois uma pessoa pode matar outra apenas uma vêz, mas quem tem seu nome difamado morre muitas vezes numa mesma vida.

HONRAR O MATRIMÔNIO

O matrimônio é um ato sagrado, as escrituras declaram: "Não é bom para o homem estar sozinho," então o Eterno criou uma companheira para Adam, e em matrimônio, "Ele os abençoou." Numa família completa, a criatividade do homem encontra significativa expressão. Famílias são a pedra fundamental de comunidades, nações e sociedades sadias, adultério, homossexualidade, sodomia, incesto - jamais tiveram uma longa duração. Imoralidade sexual é o sinal de decadência interior que gera uma sociedade desumana, trazendo o caos ao plano de vida traçado pelo Criador.
O casamento de um homem e uma mulher é um reflexo da unicidade do Criador e de sua criação. A deslealdade no casamento é um ataque àquela unicidade.
Em extensão a essa mitzvah ainda recaem as proibições de cometer atos sexuais bestiais e a castração de animais.

SER HONESTO

Seja honesto em todos os seus negócios. Ao seguir as leis do Criador em vez de em nosso próprio julgamento, expressamos nossa confiança Nele como Provedor da Vida.
Devemos procurar ganhar nosso sustento com dignidade, e não através de meios falsos e ilícitos. Violar a propriedade alheia constitui um ataque fundamental à dignidade de nossos semelhantes. Gera a anarquia, lançando o homem às profundezas do egoísmo e da crueldade.
Como ainda cabe nessa lei, não devemos corromper nem ser corrompidos, subornados ou favorecer outros por influencia pessoal (nepotismo), ainda recai o hediondo ato de sequestrar pessoas, animais ou mesmo não devolver objetos achados em local público, mesmo que não se conheça o dono.

PROTEGER OS ANIMAIS

O Criador concedeu ao homem "domínio sobre os peixes do mar, as aves dos céus, sobre o gado, e sobre tudo o que há na terra". Somos os guardiões de sua criação. Nossa responsabilidade, portanto, excede a de cuidarmos de nossa família, da sociedade, para englobar também toda a natureza.
Devemos cuidar e preservar o legado Divino e sobretudo não causar dor nos seres vivos.
A princípio, o homem foi proibido de consumir carne. Depois do Grande Dilúvio, ele foi autorizado – mas com uma advertência e sob uma condição: não causar sofrimento desnecessário a qualquer animal etornar-se sensível a sua dor.

O desperdício de alimento também fere esta lei, pois o animal nasceu e foi criado para um fim e isso é um modo de honrar sua vida, também de modo algum se alimentar de qualquer ser ainda vivo.
Sob essa lei existe a obrigação de fiscalizar a integridade dos animais, denunciando maus tratos, animais em cativeiro em condições degradantes e passarinhos em gaiolas.

PROMOVER A JUSTIÇA

Estabeleça tribunais para a manutenção da justiça.
A justiça é um assunto pertence ao Criador, mas recebemos o encargo de compilar as leis necessárias que sustentam uma sociedade e fazê-las valer sempre que pudermos. Quando corrigimos os erros da sociedade, estamos agindo como parceiros no ato de tornar a Criação sustentável.
Um sistema legal robusto e saudável, que administre igualmente a justiça, cria uma sociedade merecedora das bênçãos dos céus. Estabelecer um sistema de juizes, cortes e oficiais para manter e cumprir a lei é uma grande responsabilidade.
Este preceito traduz os ideais de nossa vida pessoal e para a sociedade como um todo. É a extensão e garantia de todas as leis precedentes.
Devemos fazer nossa parte ao denunciar atos ilegais aos sistemas de justiças estabelecidos, também temos que testemunhar de modo verdadeiro, não fazer falsos juramentos e tomar posição sempre ao lado da razão.
É saudável termos em mente que atos de justiça são feitos em nosso cotidiano, respeitando também as leis civis, inclusive as de trânsito, existe ainda a obrigação de fiscalizar os governos e autoridades para garantir justiça à toda sociedade.

Estas sete leis são universais e uteis para o bem do homem. São as unicas que são realmente obrigatórias aos gentios. Mesmo quando alguém quer se converter ao judaismo, primeiro ele deve seguir estas sete leis.
Shalom!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

BENVINDOS À EURÁBIA - O FIM DA EUROPA, TAL COMO A CONHECEMOS

Eurábia
À medida que a população islâmica cresce, podemos estar a assistir ao fim da Europa, tal como a conhecemos hoje.Estamos a atravessar a auto-extinção da civilização europeia que moldou a época em que vivemos. No seu novo bestseller "Civilização", o reconhecidíssimo historiador de Harvard, Niall Ferguson, escreve: "Se a população muçulmana no Reino Unido continuar a crescer a uma taxa anual de 6,7% (tal como aconteceu entre 2004 e 2008), a sua percentagem no total da população inglesa irá crescer dos cerca de 4% em 2008 para 8% em 2020, para 15% em 2030, e 28% em 2040, ultrapassando finalmente os 50% em 2050."
Mas Ferguson não está só no uso do termo "Eurábia", para descrever um continente europeu islamizado: A historiadora Bat Ye'or gastou a sua carreira estudando o fenómeno, e o professor Bernard Lewis disse ao diário alemão "Die Welt" que "a Europa terá maiorias islâmicas pelo menos até ao final do século XXI".
Espera-se que o número global de muçulmanos deve saltar 35% nos próximos 20 anos, crescendo duas vezes mais rápido que a população não-islâmica - e isto não e a opinião destes "eurofóbicos" - mas do famoso US Pew Forum, que publicou projecções para o crescimento da população muçulmana entre 2010 e 2030.
Os números mais assustadores estão na Europa. Alguns dos maiores aumentos da população muçulmana na Europa em números absolutos para os próximos 20 anos devem ocorrer no Reino Unido, França, Itália e Alemanha. As populações muçulmanas na Itália e na Suécia estão projectadas para "mais do dobro do tamanho". O cardeal Angelo Bagnasco, presidente da Conferência Episcopal Italiana, avisou acerca do "lento suicídio demográfico" e o padre italiano Piero Gheddo, deão dos missionários do Vaticano, avisou que "a Europa será dominada pelo Islão no espaço de poucas gerações".

Uma baixa taxa da fertilidade na Europa, imigração massiça de países muçulmanos e uma minoria islâmica confiante estão fazendo do berço da civilização ocidental a sua própria sepultura. Tal como o historiador Walter Laqueur avisou, estes são "os últimos dias da Europa".
Ano após ano, o número de nascimentos em toda a Europa caiu em comparação com o número de mortes. Para que haja uma população estabilizada, uma nação precisa de uma taxa de fertilidade de 2.1 novos nascimentos por mulher. Essa é a situação geral na América. Israel tem uma significativa taxa de 2.6. A Itália tem entretanto uma das mais baixas taxas de fertilidade do mundo inteiro: 1.3. Mark Steyn,  autor da obra "America sozinha" alertou que no final do século 21 pode "ainda haver uma região geográfica marcada no mapa como Itália, mas tal será apenas uma mera designação oficial."
Segundo o jornalista americano Cristopher Caldwel, na Áustria, conquanto que no século XX 90% da população fosse católica,  o Islão pode tornar-se na religião maioritária entre os austríacos com menos de 15 anos de idade no ano  2050. Nas quatro maiores cidades da Holanda, Amesterdão, Roterdão, The Hague e Utrecht, o nome "Maomé", já é o mais usado para os recém nascidos. O mesmo acontece em Bruxelas, capital da União Europeia.
Em outras regiões, por exemplo em Espanha, no ano de 1998 só 3,2% da população era de origem estrangeira. Hoje já são mais de 15%. Segundo o Pew Forum, a população islâmica da França aumentará dos actuais 4,7 milhões para 6,9 milhões em 2030. A demografia está na verdade a mudar todas as cidades europeias: as populações de Amesterdão, Bruxelas e Marselha já são entre 20 a 25% muçulmanas; Birminghan, Colónia, Copenhaga, Londres, Paris, Roterdão, Estocolmo, Estrasburgo, e The Hague são entre 10 a 20% muçulmanas; Berlim, Hamburgo e Viena são entre 5 a 10% muçulmanas.

O problema é que o grupo demográfico de maior crescimento populacional na Europa é também o mais religioso e o mais resistente às bênçãos de uma democracia liberal. Não é difícil imaginar como esta confrontação entre uma apatia ateística europeia e um turbilhão teológico muçulmano irá acabar.
A Irmandade Muçulmana dirige a maioria das mesquitas europeias. Os seus grupos da linha da frente são cortejados pelos governos e pelos mídia ocidentais. A Europa é uma das suas prioridades. Eles chamam-lhe: "dar al shaadi", ou seja: terra de missão. Yusuf al Qaradawi, o mais famoso guru da Irmandade, falou claramente: "O Islão vai retornar à Europa, não pela espada, mas pelo proselitismo."
A Europa arrisca-se a perder todos os seus preciosos dons: a dignidade humana, a liberdade de consciência, a liberdade de expressão, a autoridade da lei, a separação entre o estado e a mesquita. Por toda a Europa há dezenas de jornalistas, cartunistas e escritores que vivem debaixo de ameaças terroristas.
Os últimos ficheiros do WikiLeaks revelaram que pelo menos 35 terroristas presos em Guantanamo estavam radicalizados em mesquitas londrinas antes de terem sido enviados para combater o ocidente. Existem no Reino Unido 80 tribunais sharia funcionando como um apartheid legalizado dentro da lei comum. Estes tribunais baseiam-se na rejeição do princípio da inviolabilidade dos direitos humanos. Os tribunais formalizam o "talaq", o repúdio da mulher por parte do marido, a poligamia, o direito a 'repreender' a esposa e a prevenção de casamentos entre credos diferentes.

A Holanda - com todas as suas leis contra a descriminação - já é uma sociedade segregada. As maiores mesquitas na Europa já fazem parte da luxuriante, verde e aquosa paisagem rural holandesa. No Teatro Zuidplein, um dos mais prestigiados de Roterdão, um balcão inteiro está reservado para as mulheres muçulmanas. Isto não está a acontecer no Paquistão ou na Arábia Saudita, mas na cidade de onde partiram os "pais fundadores" dos Estados Unidos da América.
A publicação The Economist, conhecida por posicionar-se longe de idéias anti-islâmicas referiu-se a Roterdão como o "pesadelo eurábico." O pesadelo está ameaçando também os judeus. Segundo a Agência Judaica, no ano passado, o anti-semitismo na Europa foi "o pior desde a 2ª Guerra Mundial", e só irá piorar no futuro. Livros como o Mein Kampf e Os Protocolos dos Sábios de Sião são bestsellers proeminentemente expostos em lojas muçulmanas na Rua Edgware, no coração de Londres.

Não esqueçamos Ilan Halimi, um jovem judeu de Paris, raptado e torturado sem que ninguém interviesse nas zonas residenciais adjacentes ao seu prédio. Os residentes ouviram os gritos de Halimi, mas ninguém disse uma palavra.
Na Suécia, um país descrito pelo The Guardian como "o maior sucesso que o mundo jamais conheceu", os judeus estão a abandonar grandes cidades como Malmo, devido a razões de segurança e ataques anti-semitas. Frits Bolkestein, o guru liberal holandês, acabou de despoletar um rastilho na Holanda ao afirmar que "os judeus não têm futuro aqui e deviam emigrar para os EUA ou Israel."
A famosa Holanda de Baruch Espinoza, abrigo dos judeus portugueses e espanhóis que fugiram à Inquisição, está abrindo portas a um reino de temor, intimidação e subjugação. Os judeus estão também a fugir de Antuérpia, a cidade outrora orgulhosamente apelidada de "Jerusalém do Norte".
O anti-semitismo é uma erupção do barbarismo na nossa civilização, e os judeus têm sempre sido um barómetro de tolerância. Quando os judeus tiverem saído de Amesterdão e de Antuérpia, nada será igual na Europa. Não nos deveríamos surpreender se, um dia, sob a bandeira da Eurábia, estes novos europeus tentarem expelir os descendentes do Holocausto da Terra de Israel. Este segundo Shoah (Holocausto) chamar-se-á: "Paz e Justiça para a Palestina".

Nota: este artigo foi escrito por Giulio Meotti, e publicado originalmente em "Ynetnews.com".
postado no site: Shalom, Israel!: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/2011/05/benvindos-eurabia-o-fim-da-europa-tal.html
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