sexta-feira, 3 de junho de 2011

A volta do messias (Zacarias 12 no judaismo)

Yeshua
Análise de Zacarias 12 que é uma das muitas profecias acerca da volta do messias segundo o ponto de vista judaico exceto pelo fato de que o judaismo atruibui a Israel o transpassado mencionado que nós messiânicos atribuimos a Yeshua.

Zacarias 12 - em contexto
Para que possamos entender esta passagem, não devemos isolá-la do seu contexto, pois é exatamente isso que sempre fizeram (e ainda fazem) aqueles que são mal intencionados e que ainda iludem as pessoas com suas fantasiosas interpretações bíblicas.
Analisemos então, Zacarias 12 desde o início:

Zac 12:1
"O peso da palavra do Senhor acerca de Israel: Fala o S-nhor, o que estendeu o céu, e que lançou os alicerces da terra e que formou o espírito do homem dentro dele".
Acerca de quem é esse texto? É acerca de ISRAEL ou acerca de JESUS?
A resposta é óbvia: A passagem é acerca de Israel, e ninguém mais.

Zac 12:2
"Eis que eu farei de Jerusalém um copo de atordoamento para todos os povos em redor, e também de Judá, durante o cerco contra Jerusalém"
A passagem é ainda para cumprimento futuro ou já se cumpriu?
Jerusalém já foi colocada como “copo de atordoamento” para todos os povos em redor? O que significa a expressão, “copo de atordoamento” nesse caso?
Já houve o cerco contra Jerusalém?

SIMULAÇÃO DE POSSÍVEL RESPOSTA:
"Isso se cumpriu no ano 70, com a destruição de Jerusalém e do Templo"

NOSSA RESPOSTA:
Bem, acreditamos que estão enganados, pois Jerusalém não foi posta como “copo de atordoamento” para todas as nações no ano 70 EC, e também de acordo com Zac 12:3 (o próximo verso), todas as nações virão contra Jerusalém, e não apenas uma (Roma) como ocorreu no cerco do ano 70 EC. Assim, a palavra ainda está para se cumprir.
(Nota: a expressão “copo de atordoamento” é usada como uma simbologia para o juízo divino, cf. Isa 51:22/Jer 25:15-17. O copo ou cálice é simbolicamente cheio de bebida inebriante, que intoxica as nações fazendo-as sucumbir, não podendo mais permanecer; Em Zac 12:2 a expressão anuncia o castigo e a punição divina sobre os opressores de Israel)

Zac 12:3
"Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem, serão gravemente feridos. E ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra"

De acordo com a passagem acima, D-us fará fará de Jerusalém uma “pedra pesada” para todas as outras nações, repetindo a mesma idéia da expressão “copo de atordoamento”. A pedra pesada também transmite a idéia de “fardo”, de alvo de pesadas preocupações e de grandes temores. É o que vemos hoje diante de nossos olhos: Jerusalém e as disputas que a envolvem preocupam as nações e faz com que a região seja sempre destaque nos noticiários.
Note agora a parte grifada do nosso texto: “todos os que a erguerem, serão gravemente feridos” >>>> Será que isso aconteceu algum dia no passado? Aconteceu por acaso no ano 70 EC, quando Roma invadiu Jerusalém e a destruiu completamente?

De forma alguma, pois o profeta Zacarias diz claramente que naquele dia (quando a profecia se cumprir) todos os que tentarem erguer a “pedra pesada” (Jerusalém) serão gravemente feridos (o hebraico diz, “cortados em pedaços”). Sabemos que não foi isso que aconteceu com Roma no ano 70 EC quando invadiu Jerusalém - muito pelo contrário. Logo, a profecia ainda está para o futuro. A parte final do verso afirma que todas as nações da terra se ajuntarão contra Jerusalém naquele dia – fato que jamais ocorreu > mais uma evidência de que essa profecia deverá ainda cumprir-se no futuro.

Zac 12:4
"Naquele dia, diz o S-nhor, ferirei de espanto¹ a todos os cavalos, e de loucura² os que montam neles. Mas sobre a casa de Judá abrirei os meus olhos, e ferirei de cegueira³ todos os cavalos dos povos"

O que temos de acordo com o verso acima: um cenário de guerra, ou um cenário de crucificação? É óbvio que temos aqui um cenário de guerra, onde todas as nações formarão uma aliança para atacar Jerusalém, e isso não tem nada a ver com crucificação. Já vimos anteriormente que tal cenário jamais ocorreu. Está ainda no futuro.

No mesmo verso, notamos que o profeta afirma que D-us abrirá Seus olhos sobre Judá > > > > > esta expressão significa “proteger”, “velar por alguém”, “cuidar” conforme IRs 8:29/Nee 1:6 e Sal 32:8.

O Altíssimo protegerá Judá (o povo judeu), conferindo-lhe uma grande vitória sobre os opressores. Mais uma vez, vemos que isso não aconteceu no ano 70EC, quando “Judá” ou o povo judeu, foi derrotado por Roma.

Espanto¹, loucura² e cegueira³ são os três tipos de pragas que cairão sobre os opressores dos judeus naquele dia e também sobre os seus instrumentos de guerra, notoriamente os mesmos tipos de pragas com as quais os israelitas seriam feridos no caso de desobediência (Deu 28:28). Após ter bebido do cálice de atordoamento e de ter sido ferido com as punições descritas aqui, o povo judeu obterá vitória sobre os inimigos pois chega finalmente a hora da retribuição prometida aos seus opressores (cf. Isa 51:22-23).

Zac 12:5
"Então os chefes de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de Jerusalém são a minha força no S-nhor dos exércitos, seu D-us"

Os chefes de Judá (os dirigentes do povo judeu) confiarão na eleição divina de Jerusalém, reconhecendo que sua força está justamente aí. Note que embora o termo “chefes de Judá” seja plural, a frase que dizem está no singular: “Os habitantes de Jerusalém são a minha força no S-nhor dos exércitos”. Isto será importante na seqüência de nossa análise.

NOSSA PERGUNTA:
Por que embora use a expressão plural “chefes de Judá”, o profeta usa o singular quando relata a frase que eles dizem?

Zac 12:6
"Naquele dia porei os chefes de Judá como um braseiro ardente no meio de lenha, e como um facho entre gavelas; e eles devorarão à direita e à esquerda a todos os povos em redor; e Jerusalém será habitada outra vez no seu próprio lugar, mesmo em Jerusalém"
Vemos nesse verso que o S-nhor os capacitará os chefes de Judá (os lideres do povo judeu) com poder e força militar sem precedentes, destruindo os povos ao redor que ameaçavam Jerusalém assegurando que a cidade permanecerá habitada em seu próprio lugar.

Zac 12:7
"Também o S-nhor salvará primeiro as tendas de Judá, para que a glória da casa de Davi e a glória dos habitantes de Jerusalém não se engrandeçam sobre Judá."

A declaração de que o S-nhor “salvará primeiramente as tendas de Judá, para que a glória da casa de Davi não se engrandeça sobre Judá” traduz o pensamento de que a salvação das mãos do opressor ocorrerá de tal forma que nenhuma parte da nação poderá se exaltar sobre a outra, e que essa redenção será trazida não pela mão do homem, nem pelo poder humano, mas sim, por virtude da intervenção objetiva de D-us na história do Seu povo. A expressão “as tendas de Judá” significa na verdade, a fragilidade da nação como um todo. Tendas ou cabanas são habitações temporárias, frágeis e que denotam fraqueza e coisas passageiras. As cidades de Judá, frágeis e incapazes de se defenderem, serão salvas primeiramente e Jerusalém logo em seguida.

Zac 12:8
"Naquele dia o S-nhor defenderá os habitantes de Jerusalém, de sorte que o mais fraco dentre eles naquele dia será como Davi, e a casa de Davi será como D-us, como o anjo do S-nhor diante deles"

No conflito com as nações, o S-nhor defenderá aos habitantes de Jerusalém por meio dos chefes de Judá como vimos anteriormente. Os fracos, designados em hebraico como hanikhshal, traduz a idéia de alguém que “tropeça” (cf. 1Sam 2:4), aquele que cai na batalha - estes se tornarão “como Davi”, o mais bravo herói de Israel (cf. 1Sam 17:34., 2Sam 17:8). Os fortes, designados aqui como “a casa de Davi”, serão como Elohim (D-us) diante dos habitantes da cidade.

Eles agirão como o anjo do S-nhor que no passado ia adiante das hostes de Israel, ferindo os egípcios e outros inimigos do povo de D-us (Exo 23:20; Jos 5:13). A idéia básica aqui é a coragem e a valentia que tomará conta de todos da nação, em especial de sua liderança. Ao dotar os habitantes da cidade de um poder extraordinário e sobrenatural, D-us destruirá assim a todas as nações que tentarem atacar Jerusalém.

Zac 12:9
"E naquele dia, tratarei de destruir todas as nações que vierem contra Jerusalem"
Isso já ocorreu, ou ainda vai acontecer? Será que D-us já tratou de destruir todas as nações que vieram contra Jerusalém? As nações já sofreram a pesada derrota profetizada aqui nos dias de Jesus? Será que algum dia no passado, especificamente no tempo de Jesus, todas as nações da terra tentaram invadir Israel ou destruir a cidade santa e o povo judeu? Gostaríamos que nos mostrassem isso com evidências bíblicas e históricas, se possível.

Zac 12:10
"Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas; e olharão para Mim a quem traspassaram, e prantearão por ele como quem pranteia pelo único filho; e haverá lamentação amarga por causa dele, como a lamentação amarga pelo primogênito"

Esta profecia já se cumpriu, ou está ainda para o futuro?
De acordo com Ezequiel, quando será derramado o espírito sobre Israel?
QUANDO EU TORNAR A TRAZER DE ENTRE OS POVOS e os houver ajuntado das terras de seus inimigos, e eu for santificado neles aos olhos de muitas nações, Então saberão que eu sou o S-nhor seu D-us, vendo que eu os fiz ir para o cativeiro entre os gentios, e os ajuntarei para voltarem a sua terra, e não mais deixarei lá nenhum deles. Nem lhes esconderei mais a minha face, pois DERRAMAREI O MEU ESPÍRITO SOBRE A CASA DE ISRAEL, diz o S-nhor D-us. (Eze 39:27-29)

O profeta Ezequiel afirma que primeiro, D-us tornará a trazer Israel dentre os povos e só depois derramará Seu espírito sobre Seu eleito. Ainda no próprio livro de Ezequiel vemos que o Eterno “ressuscita” Israel, retirando-o de seus “sepulcros” (símbolo do exílio), fazendo com que o povo se estabeleça e só depois vem sobre ele o espírito (Eze 37:8-10). Assim, o peso da evidência profética aponta para o fato de que Israel deve estar já congregado dentre os
povos para que só então o Eterno D-us envie sobre ele o Seu espírito. Logo, perguntamos:
Isto de fato ocorreu nos dias de Jesus? Será que Israel (as doze tribos, Judá e Israel) já estava congregado como povo nos dias do fundador do cristianismo? Sabemos que não, pois apenas parte da tribo de Judá estava presente naqueles dias. As outras tribos jamais estiveram congregadas por mais de 2700 anos. As
outras tribos, que constituíam o antigo reino do norte jamais retornaram e até hoje encontram-se na dispersão – sem esquecer que algumas décadas depois de Jesus, até mesmo o restante de Judá seria ainda disperso, quando da destruição da cidade santa no ano 70 EC. Em resumo, a profecia ainda não se concretizou.

“Mas sobre a casa de Davi, e sobre os habitantes de Jerusalém, derramarei o espírito de graça e de súplicas” – Como vimos, isso só poderá ocorrer quando da restauração completa do reino de Israel, conforme Jer 31:8-9 abaixo:

"Eis que os trarei da terra do norte e os congregarei das extremidades da terra; e com eles os cegos e aleijados, as mulheres grávidas e as de parto juntamente; em grande companhia voltarão para cá. Virão com choro, e com súplicas os levarei; guiá-los-ei aos ribeiros de águas, por caminho direito em que não tropeçarão; porque sou um pai para Israel, e Efraim é o meu primogênito"

“Olharão para Mim, a quem traspassaram”

Para quem olharão, segundo a profecia?
O judaismo não encherga Yeshua nesta passagem, mas Israel. A versão judaica:

”...olharão para Mim” – A resposta é “para Mim”; Sabemos aqui que quem fala é o próprio D-us.

“a quem traspassaram”
– Naturalmente não poderíamos pensar no D-us Eterno como sendo “traspassado”, mas nosso texto parece aludir a isso. No entanto, isso soaria logicamente absurdo. Quanto a famosa frase, devemos entender que TODO AQUELE QUE TOCA EM ISRAEL é como se tivesse MALTRATADO E OFENDIDO o PRÓPRIO D-US (Zac 2:8/Deut 32:10). Os servos de D-us sempre agiram em Seu nome, como Seus representantes (Ex 4:15-17/Mal 2:7/Is 42:1/49:3e 6). Entendemos então o que a frase quer dizer.

O que ocorrerá com muitos dentre o povo judeu naquele dia? Temos aqui o contexto de uma batalha final, em que as nações buscarão eliminar Israel [Jerusalém como centro do mundo judaico]. O S-nhor, entretanto, defenderá o Seu povo (Zac 12:4-9) impondo uma pesada derrota às nações. Todavia, muitos dentre o povo perecerão como mártires na batalha antes da intervenção divina; perdas de vidas humanas são infelizmente normais numa grande guerra.

O que diz Zacarias dois versos antes? (Zac 12:8)

"Naquele dia o S-nhor protegerá os habitantes de Jerusalém; e o que dentre eles tropeçar será naquele dia como Davi, e a casa de Davi será COMO D-US, como o anjo do S-nhor diante deles"

“Tropeçar” no texto significa “cair na batalha” (cf. Lev 26:37/Jer 20:11)


Como então serão considerados aqueles que tropeçarem? – Como Davi;
E a casa de Davi será “como D-us”.

O povo, recebendo o “espírito de graça e de súplicas” pranteará por este SERVO COLETIVO que caiu na batalha, chorando amargamente por ele, e suplicando o favor divino para tirar-lhes do apuro e do aperto das nações. Assim, o Eterno interfere (Zac 13:1-2/14:3-9) e a Era Messiânica tem início.

De acordo com a profecia, olhar para aquele que foi traspassado, o judaismo atribui ao próprio Israel. Nós enchergamos Yeshua que foi transpassado, nesta profecia messiânica.

Todo esse cenário reflete outro episódio da história judaica, quando o justo e bom rei Josias acabou caindo na batalha contra o faraó Neco, em Hadad-Himmon, no vale de Megidom. Josias era justo (assim como inferimos dos chefes de Judá); todavia, Josias cometeu um deslize (assim como os chefes de Judá em questão irão cometer), e saiu à batalha contra o faraó Neco, no vale de Megidom (Ha megidom é o mesmo local descrito em apocalipse conhecido popularmente como armagedom). Ali, ele caiu traspassado pelas flechas inimigas. O povo enlutado chorou amargamente pelo seu rei, no mesmo vale onde futuramente se ouvirá o lamento fúnebre pelos valorosos líderes judeus (II Cro 35:20-25).

“como quem pranteia pelo único filho; e haverá lamentação amarga por causa dele, como a lamentação amarga pelo primogênito”

– Finalmente, o “único filho” e o “primogênito” em Zac 12:10 são mencionados no contexto de um filho único recém-falecido ou de um primogênito recém-falecido.

Não seria um choro de luto como atesta o original hebraico, mas sim, um choro de arrependimento. A referência aqui é a qualquer filho único, qualquer primogênito, e não temos nomes ou maiores detalhes ou especificações sobre ninguém.

A ênfase do profeta está na intensidade do clamor, do lamento e luto que se espalhará por todo o Israel – a dor será grande, como a dor daquele que perde um filho único ou como a dor daquele que perde um primogênito. A palavra em destaque aqui (“como”) indica comparação, ou seja, a ação de considerar a relação entre as pessoas ou coisas a fim de descobrir suas semelhanças ou diferenças.

¹ O termo misped (choro por luto) é usado com o mesmo sentido em Gen 50:10/Jer 48:38.

Zac 12:11
"Naquele dia será grande o pranto em Jerusalém, como o pranto de Hadad-Rimom no vale de Megidom"

Após a morte dos valentes líderes da casa de David que seriam “como D-us”, de acordo com a visão, os habitantes da terra de Israel chorarão amargamente, enlutados pelos seus valorosos que caíram na batalha. Aqui, Zacarias alude ao grande pranto e luto que ocorreu no passado quando da morte do rei Josias, ele também da casa de Davi (II Cron 35:20-25). Assim como o rei Josias tombou morto no vale de Megidom, também no futuro muitos guerreiros perecerão no mesmo vale, e os judeus olharão para os que tropeçaram no feroz combate como se fossem um só, e entenderão que os valentes da casa de Davi serão “como D-us” –

Hadad-Rimon era uma cidade ao norte de Israel, situada na região onde hoje localiza-se a Galiléia, entre as cidades de Megido e Taanach. A cidade manteve esse nome até a dominação romana, quando passou a chamar-se Maximianopolis, no campo de Megido onde o rei Josias foi abatido por ordem de Neco, faraó do Egito. O nome antigo da cidade foi entretanto preservado pelos habitantes árabes do local, desde os dias da invasão islâmica no séc. VII EC. Seus moradores chamam-na aldeia de Rumuni, que lembra o hebraico Rimon. O grande pranto dos enlutados pelos guerreiros caídos na futura grande batalha se assemelhará àquele em memória ao bom rei Josias e ocorrerá no mesmo local, em Hadad-Rimon, no vale de Megidom.

Zac 12:12
"E a terra pranteará, cada família à parte: a família da casa de Davi à parte, e suas mulheres à parte; e a família da casa de Natã à parte, e suas mulheres à parte"

Zac 12:13
"a familia da casa de Levi à parte, e suas mulheres à parte; a família de Simei à parte, e suas mulheres à parte"

Zac 12:14
"todas as demais famílias, cada família à parte, e suas mulheres à parte"

Cabe salientar mais uma vez e antes de mais nada, que o termo “prantear” usado pelo profeta é derivado da raiz saped que indica “choro por luto” –
Convém notar que os nomes mencionados nos versos citados acima: DAVID, NATÃ, LEVI e SIMEI. (versos 12-13) pretende demonstrar a abrangência do lamento e do luto pela morte dos heróis na grande batalha.

Davi representa a casa real;

Natã representa os profetas,

Levi é o pai da casa sacerdotal e

Simei alude aos guerreiros (ou aliados da casa de Davi). (II Sam 5:3/II Sam 7:2/Deu 21:5/IRs 1:8) – em resumo, todo o Israel lamentará por meio do luto a queda de seus heróis na grande batalha predita por Zacarias.

Resumo de Zac 13/14
Mas, apesar do tom melancólico e triste em que termina Zac 12, percebemos na seqüência uma mensagem de salvação e regeneração. A batalha anunciada no capitulo 12 será de fato grandiosa, e as nações sofrerão terríveis baixas em seus contingentes militares; os chefes de Judá atacarão o inimigo com ferocidade e heroísmo inimaginável, mas por depositarem sua confiança não primeiramente em D-us, eles cairão na batalha. O clamor que então se sucederá encherá de luto toda a terra de Israel.

No capítulo 13, a graça divina estabelece uma “fonte aberta” contra o “pecado e a impureza” para “a casa de Davi e para os habitantes de Jerusalém”. Serão extirpados num só dia os falsos profetas e o espírito de impureza e idolatria. E ninguém mais se vestirá ao estilo dos profetas antigos (com peles de animais) para mentir e enganar; e aquele que insistir na prática da falsa profecia será morto.

O capítulo 14 alude à última e maior das batalhas da grande guerra que se inicia no capítulo 12. As nações inimigas parecem marchar do norte (do vale de Megidom) até o sul, ao vale de Cedron (Kidron), em frente à cidade santa, no seu flanco oriental. Jerusalém é saqueada e parte da população é expulsa da cidade; é aí que então o Eterno D-us intervém na história de Seu povo, e infringe pesadas punições sobre os opressores de Israel. As nações são derrotadas e o seu remanescente reconhecendo a soberania messiânica trarão a Jerusalém toda sorte de tesouros e tributos, devendo subir de ano em ano para celebrarem a Festa das Cabanas (Sukkot). Assim, vemos todo o Israel congregado e reunificado e as nações remanescentes de uma extremidade a outra da Terra servindo ao único D-us vivo, vindo buscar em Jerusalém e em Sião o conhecimento das coisas eternas.

“Naquele dia” – diz o profeta, - “só um será o S-nhor, e só um será o Seu Nome”.
-
Fontes Bibliográficas (obras usadas neste estudo)

Tanach (Bíblia Hebraica), The London and Foreign Bible Society
Jewish Press Bible (Bíblia Judaica – edição americana)
Talmud da Babilônia, The Soncino Classics Collection, Soncino Press.
História de Israel, Martin Metzger (Ed. Sinodal)
Shalom!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Os seiscentos e treze mandamentos da Torá

Os mandamentos da Torá são dividos em Obrigações e Proibições. Como a maioria não conhece tais mandamentos, veja a seguir uma lista com os 613 mandamentos da Torá. Lembrando que nem toda a lei é obrigatória ao gentil, mas todas as leis são ascessiveis ao gentio.




OBRIGAÇÕES
Crer em D-us
A unidade de D-us
Amar a D-us
Temer a D-us
Servir a D-us através da oração
Aproximar-se de D-us: unindo-se ao sábio e imitando sua conduta
Jurar em nome de D-us somente quando necessário
Trilhar os caminhos de D-us
Santificar o nome de D-us, e sacrificar-se por Ele
Ler o Shemá Yisrael
O Estudo da Torá
Colocar o tefilin da cabeça
Colocar o tefilin do braço
Vestir o tsitsit
Fixar mezuzá nos umbrais das portas
A reunião do povo no Templo Sagrado durante a festa de Sucot para a leitura da Torá
O rei deve transcrever o rolo da Torá, que deve permanecer sempre com ele
Ter uma Torá para si
Agradecer a D-us após as refeições
Construir o Templo Sagrado
Respeitar o local do Templo Sagrado
A guarda do Templo Sagrado
O serviço dos Levitas no Templo Sagrado
As abluções dos Cohanim
A obrigação dos Cohanim de manter as lamparinas da Menorá acesas
A obrigação dos Cohanim de abençoar o povo
O pão da proposição
A queima do incenso
O fogo perpétuo do altar
Remover as cinzas do altar
Retirar os impuros do Templo Sagrado
Honrar o Cohen
As vestes do Cohanim
Os Cohanim devem carregar a Arca Sagrada
O óleo da unção
Os Cohanim devem oficiar em grupos, revezando-se no serviço
Os Cohanim devem fazer-se impuros pelos parentes mortos
O Cohen Gadol deve casar-se com mulher virgem
O sacrifício diário
A oferenda diária do Cohen Gadol
A oferenda adicional do Shabat
A oferenda adicional da lua nova
A oferenda adicional da festa de Pêssach
A oblação da nova cevada
A oferenda adicional de Shavuot
A oferenda de dois pães na festa de Shavuot
A oferenda adicional do ano novo
A oferenda adicional de Yom Kipur
O ofîcio de Yom Kipur
A oferenda adicional da festa de Sucot
A oferenda adicional de Shemini Atsêret
Subir ao Templo trazendo o sacrifício nas três peregrinações anuais
Comparecer diante do Eterno nas três peregrinações anuais
Participar das três peregrinações anuais com alegria
Abater a Oferta de Pêssach
Comer a Oferta de Pêssach
Abater a segunda Oferta de Pêssach
Comer a segunda Oferta de Pêssach
Tocar as cornetas no Templo Sagrado
Oferecer gado com idade mínima determinada
Oferecer apenas sacrifícios perfeitos
Colocar sal em cada sacrifício
O sacrifício de Olá
O sacrifício de Chatat
O sacrifício de Asham
O sacrifício de Shelamim
A Oblação
O sacrifício de um tribunal que cometeu um erro
O Sacrifício de Pecado
O Asham Talui
O Asham Vadai
O sacrifício de Olê e Yored
Confessar
A oferenda levada por um Zav
A oferenda levada por uma Zava
O sacrifício depois do parto
O sacrifício levado por um leproso
O dízimo do gado
Santificar o primogênito
Resgatar o primogênito
Resgatar o primogênito do jumento
Abater o primogênito do jumento
Levar os sacrifícios devidos durante o primeiro festival
Oferecer sacrifícios somente no Templo Sagrado
Levar para o Templo Sagrado todos os sacrifícios oferecidos por pessoas que moram fora de Israel
Redimir oferendas defeituosas
A santidade de uma oferenda substituída
O cohen deve comer os resíduos das oblações
O cohen deve comer as carnes dos sacrifícios consagrados
Queimar sacrifícios consagrados que se tornaram impuros
Queimar as sobras dos sacrifícios consagrados
O nazir deve deixar seus cabelos crescer
A obrigação do nazir de consumar seu voto
Cumprir todos os compromissos orais
A revogação de promessas
Tornar-se impuro com cadáveres de animais
Tornar-se impuro através do contato com 8 tipos de repteis
Tornar-se impuro através de comida e bebida
O estado de impureza que advém para a mulher em período de menstruação
O estado de impureza depois do nascimento de uma criança
O leproso
As roupas contaminadas pela lepra
A casa de um leproso
O zav
Seguir as leis relativas ao estado de impureza que advém da ejaculação do sêmen
A zavá
A impureza de um cadáver
A lei da água de aspersão
Mergulhar no banho ritual, o micvê
Purificar-se da lepra
O leproso deve raspar a cabeça
O leproso deve ser reconhecível
As cinzas da vaca vermelha
A avaliação de uma pessoa
A avaliação de animais
A avaliação das casas
A avaliação dos campos
A restituição por sacrilégio
A colheita do quarto ano
Peá para os pobres
A respinga para os pobres(leket)
Deixar a gavela esquecida para os pobres
Deixar as sobras dos cachos de uva para os pobres
Deixar as uvas caídas para os pobres
Levar as primícias ao Templo Sagrado
A grande oferta da elevação
O primeiro dízimo
O segundo dízimo
O dízimo dos levitas para os Cohanim ou a oferta da elevação
O dízimo do homem pobre
A declaração do dízimo
A narração ao levar as primícias
A oferta da massa
Recusar à produção de sua propriedade no ano sabático
O pousio da terra durante o ano sabático
Santificar o ano do jubileu(quinquagésimo)
Fazer soar o shofar no décimo dia deTishrei no ano do jubileu
A devolução da terra no ano do jubileu
O resgate das propriedades dentro das muralhas da cidade
Contar os anos até o jubileu
Cancelar as dívidas no ano sabático
Cobrar dividas dos idólatras
A parte do Cohen de cada animal puro que se abate
A primeira tosquia deve ser dada ao Cohen
As coisas consagradas
Shechitá
Cobrir o sangue de ave e animal abatidos
Liberar a mãe quando se pegar seus filhotes
Procurar os sinais de pureza determinados no galo e nos animais
Procurar os sinais de pureza determinados nos pássaros
Procurar os sinais de pureza determinados nos gafanhotos
Procurar os sinais de pureza determinados nos peixes
Determinar a lua nova
Descansar no Shabat
Proclamar a santidade do Shabat
Retirar o fermento
Narrar o Êxodo do Egito
Comer matsá na noite de 15 de Nissan
Descansar no primeiro dia de Pêssach
Descansar no sétimo dia de Pêssach
Contar o ômer
Descansar no dia de Shavuot
Descansar no dia de Rosh Hashaná
Jejuar no dia de Yom Kipur
Descansar no dia de Yom Kipur
Descansar no primeiro dia de Sucot
Descansar no dia de Shemini Atsêret
Morar na Sucá durante os dias de Sucot
Pegar um lulav no Sucot
O Shofar no dia de Rosh Hashaná
O meio shekel
Acatar o que dizem os profetas
Nomear um rei
Obedecer ao San'hedrin
Aceitar a decisão da maioria
Nomear juizes e oficiais do Tribunal
Tratar as partes com igualdade perante a lei
Testemunhar no tribunal
Investigar o depoimento das testemunhas
Condenar as testemunhas que prestarem falso testemunho
Eglá Arufá
Designar seis cidades de refúgio
Designar cidades para os Leviim
Eliminar o perigo de nossas moradias
Destruir todo o tipo de idolatria na Terra de Israel
A lei da cidade apóstata
A guerra contra as sete nações hereges
A extinção de Amalec
Recordar os atos nefastos de Amalec
Quando se desencadear uma guerra para ampliar a terra de Israel, propor ao inimigo que ele se submeta; caso se recuse, ataca-lo
Nomear um cohen para discursar para o povo, antes de uma guerra, incentivando-o a ter fé em D-us, pois será vitorioso, e permitindo voltarem os homens que não estiverem aptos para a batalha
Ao sair em guerra, preparar um local especifico para as necessidades fisiológicas, fora do acampamento
Preparar, se estiver em um acampamento de guerra, uma pá para cavar um local para as necessidades fisiológicas e, depois, cobri-las
Devolver o roubo com acréscimo de 20%, se o objeto estiver intacto; caso contrario, pagar 120% do seu valor, e ficar com o objeto
Fazer caridade e ajudar o necessitado (para ele ter o que tinha antes, caso tenha se empobrecido)
Ao libertar um escravo judeu, dar-lhe bens materiais (não sair sem nada)
Emprestar dinheiro ao pobre (vale mais que caridade, pois o pobre pode se envergonhar de pedir)
Cobrar juros de um gentio
Devolver o penhor para o seu dono, quando ele precisar, retomando-o depois
Pagar no mesmo dia o salário do empregado diarista
Deixar o empregado que trabalha na terra comer do seu fruto
Retirar a carga de cima do animal quando este estiver caído por excesso de peso
Ajudar a montar a carga sobre um animal ou uma pessoa
Devolver o objeto perdido ao seu dono
Advertir a quem desejar transgredir uma proibição
Amar o próximo como a si mesmo
Amar os convertidos ao judaísmo pelas normas prescritas, e não humilha-los
Calibrar pesos e medidas de modo honesto
Honrar os sábios e levantar-se em sua honra
Honrar pai e mãe
Temer pai e mãe
Multiplicar a espécie
Casar-se através do kidushim
O marido deve se dedicar durante o primeiro ano do casamento a esposa (não viajar, não sair em guerra, etc.)
Fazer a circuncisão no filho aos oito dias de idade
Casar-se com a esposa do irmão falecido que não deixou filhos (levirato)
Se não quiser se casar com a esposa do irmão falecido que não deixou filhos (levirato), proceder-se a chalitsá
O estuprador deve casar-se com a moça virgem estuprada (a menos que ela não queira)
Punir o difamador de sua esposa (dizer que não era virgem quando de fato o era), não podendo manda-la embora pelo resto da vida (só se ela o quiser)
Punir o sedutor de uma virgem com multa
Cumprir conforme o prescrito para casar-se com uma mulher gentia durante uma guerra
Ao se divorciar, escrever um documento
Cumprir os preceitos relativos a mulher que, apesar de advertida, é suspeita de praticar adultério com outro homem
Aplicar até 39 chicotadas nos indivíduos que transgredirem determinadas leis
Mandar aquele que matou alguém sem querer, para uma cidade de refugio
Condenar a pena de morte, através de espada, os indivíduos que transgredirem determinadas leis
Condenar a pena de morte, através da forca, os indivíduos que transgredirem determinadas leis
Condenar a pena de morte, através de queima, os indivíduos que transgredirem determinadas leis
Condenar a pena de morte, através de apedrejamento, os indivíduos que transgredirem determinadas leis
Pendurar numa árvore, para execração pública, o indivíduo executado que foi condenado pelo tribunal a pena de morte por praticar idolatria ou blasfêmia
Enterrar os condenados a pena de morte até o anoitecer do mesmo dia da execução
Cumprir os preceitos relativos ao trato de um escravo judeu
O patrão ou o seu filho devem casar-se com sua escrava judia
O patrão deve por em liberdade sua escrava judia, se ela não se casar com ele ou seu filho
Cumprir os preceitos relativos ao tratamento do escravo cananeu
Julgar a agressão de uma pessoa a outra
Aplicar as leis relacionadas a uma agressão por um animal
Aplicar as leis relacionadas ao prejuízo provocado por obstáculos colocados em lugar público
Aplicar as leis relacionadas ao ressarcimento do roubo por parte do ladrão
Aplicar as leis relacionadas ao prejuízo causado por um animal no campo alheio
Aplicar as leis relacionadas ao prejuízo provocado pelo fogo
Aplicar as leis relacionadas a quem guarda um objeto de graça
Aplicar as leis relacionadas a quem guarda um objeto mediante pagamento
Aplicar as leis relacionadas a quem pede um objeto emprestado
Aplicar as leis relacionadas a maneira como se toma posse de um objeto (compra e venda)
Aplicar as leis relacionadas a argumentações e contra-argumentações (concordâncias e discordâncias) entre dois indivíduos
Salvar o perseguido do perseguidor que quiser mata-lo
Aplicar leis relacionadas a heranças

PROIBIÇÕES
Não acreditar em divindade que não seja D-us
Não fazer estatua de idolatria
Não fazer objetos de idolatria para os gentios
Não fazer estatuas de seres humanos para qualquer finalidade
Não fazer qualquer um dos quatro tipos de trabalhos de idolatria tradicionais: se ajoelhar, jogar vinho, oferecer sacrifícios ou acender incensos para uma estatua
Não fazer qualquer tipo de serviço pertinente a um determinado tipo de idolatria
Não carregar os filhos entre duas fogueiras em ritual da idolatria de molech
Não praticar idolatrias do tipo perguntar a espíritos conforme rituais de ov (respostas através de vozes provenientes das axilas)
Não praticar idolatrias do tipo previsão do futuro, conforme os rituais do yidoni (colocar osso de um pássaro na boca, queimar incenso, e entrar em transe)
Não se aprofundar em estudos a respeito de cultos de idolatrias
Não construir altares onde se aglomerem pessoas para praticar idolatrias
Não esculpir pedras para se ajoelhar, mesmo que for para D-us
Não plantar árvores perto do altar de sacrifícios ou no pátio do Templo Sagrado
Não jurar ou fazer jurar alguém em nome de idolatria, mesmo um gentio
Não ser um incitador de massas para a idolatria
Não ser um incitador de uma pessoa para idolatria
Não amar um incitador de idolatria
Não ajudar um incitador de idolatria
Não salvar a vida de um incitador de idolatria
Não defender um incitador de idolatria
Não esconder a culpa de um incitador de idolatria
Não aproveitar enfeites que foram utilizados em idolatria
Não reconstruir uma cidade destruída por praticar idolatria
Não aproveitar objetos de uma cidade destruída por praticar idolatrias
Não ajudar materialmente a manutenção ou construção de idolatria
Não fazer profecias em nome de idolatrias, incitando a pratica-las
Não fazer profecias falsas
Não escutar profecias baseadas em idolatria
Não ter piedade de quem faz profecias sobre idolatria
Não seguir os costumes dos que praticam idolatrias
Não fazer previsões do futuro alegando forças espirituais
Não seguir astrologia nem magia
Não seguir superstição
Não seguir bruxaria ou praticar feitiçaria
Não praticar encantamento tipo: pronunciar palavras para uma picada de cobra não doer ou não provocar a morte (curandeirismo)
Não consultar feiticeiro que prevê o futuro consultando espíritos de mortos através da axila
Não consultar feiticeiro que prevê o futuro através da boca
Não provocar aparecimento de espíritos de mortos
Não deve uma mulher vestir-se com roupas ou adornos de homem
Não deve um homem vestir-se com roupas ou adornos de mulher
Não fazer tatuagem no corpo
Não vestir roupa com linho e lá trançados
Não cortar o cabelo com navalha de modo a deixar somente uma faixa central
Não cortar a barba com navalha
Não fazer cortes no próprio corpo por causa de um morto
Não fixar moradia no Egito
Não abrir a mente para ideias estranhas a Torá
Não fazer pactos de aliança com os sete povos que moravam na terra de Israel
Não poupar a vida de pessoas oriundas dos sete povos que moravam na terra de Israel
Não ter piedade ou louvar quem pratica idolatrias
Não deixar morar em Israel quem pratica idolatrias
Não deve um judeu casar-se com gentio
Não deve uma judia casar-se com homem dos povos de Amon e Moav, mesmo que convertidos
Não se afastar de um descendente de Essav (exceto Amalec), após sua conversão
Não se afastar de um descendente do Egito, após sua conversão
Não propor paz para Amon ou Moav antes de guerrear com eles
Não exterminar as árvores frutíferas na hora do cerco a uma cidade
Não temer enfrentar os gentios numa guerra
Não esquecer o que Amalec fez com nosso povo
Não amaldiçoar o nome de D-us
Não transgredir um juramento feito em nome de D-us
Não fazer juramentos de coisas impossíveis ou proibidas em nome de D-us
Não profanar o nome de D-us em público
Não testar as promessas e advertências de D-us
Não destruir objetos dedicados a D-us
Não deixar o enforcado na forca durante toda a noite
Não deixar sem segurança o Templo Sagrado
Não deve o sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos fora do Yom Kipur no horário especifico e não deve o cohen simples entrar nos lugares sagrados a não ser para executar um serviço
Não deve um cohen com defeito físico entrar no santuário do Templo Sagrado
Não deve um cohen com defeito físico trabalhar no serviço sagrado
Não deve um cohen com defeito físico passageiro trabalhar no serviço sagrado até se curar
Não deve o levi realizar serviços do cohen e vice-versa
Não entrar no Templo Sagrado, nem pronunciar uma sentença sobre a Torá, enquanto bêbado
Não deve um não cohen realizar o serviço sagrado no Templo Sagrado
Não deve um cohen trabalhar no Templo Sagrado enquanto estiver em estado de impureza
Não deve um cohen que saiu do estado de impureza através do banho ritual trabalhar no Templo Sagrado até o pôr-do-sol
Não deve qualquer pessoa em estado de impureza entrar no Templo Sagrado
Não deve qualquer pessoa em estado de impureza entrar em um acampamento da tribo de levi
Não construir um altar com pedras talhadas com metal
Não subir em um altar com degraus
Não apagar o fogo do altar do Templo Sagrado
Não oferecer sacrifício de animal no altar de ouro do Templo Sagrado
Não fabricar um óleo idêntico ao azeite da unção
Não ungir, com o azeite da unção, pessoas a não ser o sumo sacerdote e o rei
Não fabricar incenso idêntico ao usado no Templo Sagrado
Não retirar as hastes das argolas da arca sagrada
Não separar o choshen do efod (vestimentas do sumo sacerdote)
Não rasgar o me'il (vestimenta do sumo sacerdote)
Não oferecer sacrifícios fora do Templo Sagrado
Não matar animais consagrados para sacrifício fora do Templo Sagrado
Não consagrar, para sacrifício, animal com defeito físico
Não matar, para sacrifício, animal com defeito físico
Não aspergir sangue de animal com defeito físico no altar de sacrifícios do Templo Sagrado
Não queimar órgãos de animal com defeito físico no altar de sacrifícios do Templo Sagrado
Não oferecer como sacrifício um animal que tenha defeito físico passageiro, até se curar
Não oferecer como sacrifício um animal com defeito físico dedicado por um gentio
Não provocar defeito físico em animal consagrado para sacrifício
Não oferecer mel ou levedura no altar de sacrifícios do Templo Sagrado
Não oferecer sacrifício de um animal sem sal
Não oferecer sacrifício de animal originado de uma troca por cachorro ou que serviu de pagamento para prostitutas
Não oferecer sacrifício de um animal no mesmo dia que a sua cria
Não colocar azeite na oblação (sacrifício) de um pecador
Não colocar incenso na oblação (sacrifício) de um pecador
Não misturar azeite na oblação (sacrifício) de uma mulher suspeita de adultério
Não colocar incenso na oblação (sacrifício) de uma mulher suspeita de adultério
Não trocar um animal consagrado para sacrifício por um outro
Não trocar um tipo de sacrifício por outro, desde que já consagrado
Não resgatar o primogênito de um animal puro e sem defeito
Não vender o dizimo de animal proveniente do gado
Não vender um pertence já consagrado
Não resgatar terreno consagrado
Não separar a cabeça do corpo de uma pomba ou rolinha consagradas, ao abate-las para sacrifício
Não efetuar qualquer tipo de trabalho com animal consagrado
Não tosquiar animal consagrado
Não oferecer o sacrifício do cordeiro pascal quando se tem chamets em casa
Não deixar amanhecer sem queimar as entranhas do sacrifício do cordeiro pascal
Não deixar a carne do sacrifício do cordeiro pascal sobrar até o dia seguinte
Não deixar sobrar carne do sacrifício chaguigá até o terceiro dia após o seu abate
Não deixar sobrar até o dia seguinte a carne do sacrifício do cordeiro pascal do Pêssach do segundo mês
Não deixar sobrar até o dia seguinte a carne do sacrifício de todá (agradecimento)
Não quebrar nenhum osso do sacrifício do cordeiro pascal
Não quebrar nenhum osso do sacrifício do cordeiro pascal do Pêssach do segundo mês
Não levar a carne do sacrifício do cordeiro pascal para fora da casa onde se reuniram para come-lo
Não cozer com fermento o resto da oblação (sacrifício) de minchá (reservado para o cohen)
Não cozer o sacrifício do cordeiro pascal, nem consumi-lo cru
Não dar de comer do sacrifício do cordeiro pascal a um gentio que observa as sete leis de Nôach
Não dar de comer do sacrifício do cordeiro pascal a quem não fez circuncisão
Não dar de comer do sacrifício do cordeiro pascal a um judeu que pratica idolatria
Não deixar uma pessoa em estado de impureza comer alimento consagrado para sacrifício
Não comer carne de sacrifício consagrado que esteja em estado de impureza
Não comer carne de sacrifícios após o período máximo de consumo estipulado em cada caso
Não comer carne de sacrifício em que o cohen desviou seus pensamentos do objetivo
Não deve um não cohen comer a oferenda de terumá e das primícias
Não deve um escravo de cohen comer a oferenda de terumá e das primícias
Não deve um cohen que não fez circuncisão comer a oferenda de terumá e demais sacrifícios
Não deve um cohen em estado de impureza comer a oferenda de terumá e das primícias
Não deve uma mulher proibida de se casar com um cohen comer dos sacrifícios
Não deve um cohen comer das oblações (sacrifícios) que devem ser totalmente queimadas
Não deve um cohen comer a carne do sacrifício de pecado cujo sangue for trazido ao Templo Sagrado
Não comer carne do sacrifício de um animal portador de defeito físico
Não comer nenhum dos 5 tipos de cereais do segundo dizimo fora de Jerusalém
Não comer a vinha do segundo dizimo fora de Jerusalém
Não comer (consumir) o azeite do segundo dizimo fora de Jerusalém
Não deve um cohen comer carne de um animal primogênito fora de Jerusalém
Não comer fora do pátio central (azará) do Templo Sagrado, a carne dos sacrifícios mais sagrados (chatat e asham)
Não comer a carne do sacrifício de olá
Não comer a carne dos sacrifícios mais simples (todá, shelamim, etc.) antes de aspergir o sangue
Não deve o cohen comer das primícias fora do Templo Sagrado
Não deve um não cohen comer dos sacrifícios mais sagrados
Não comer o segundo dizimo que estiver em estado de impureza
Não comer o segundo dizimo durante o primeiro dia de luto
Não trocar o segundo dizimo por algo diferente de comida ou bebida
Não comer da colheita antes de separar a oferenda de terumá
Não separar as oferendas fora da seguinte ordem: terumá guedolá para o cohen, maasser rishon para o levi e maasser sheni para os ofertantes consumirem em Jerusalém
Não atrasar a oferta de sacrifícios prometidos por mais de 3 festas de peregrinação: Pêssach, Shavuot e Sucot
Não comparecer as 3 festas de peregrinação: Pêssach, Shavuot e Sucot sem oferendas e sacrifícios
Não deixar de cumprir promessas condicionais (se acontecer... então prometo...)
Não deve um cohen se casar com uma prostituta
Não deve um cohen se casar com uma mulher profana
Não deve um cohen se casar com uma mulher desquitada ou divorciada
Não deve um sumo sacerdote se casar com uma viúva
Não deve um sumo sacerdote ter relação sexual com uma viúva, até mesmo sem o propósito de se casar com ela
Não deve um cohen entrar no Templo Sagrado com cabelos desarrumados (descabelado)
Não deve um cohen entrar no Templo Sagrado com algum rasgo nas roupas
Não deve um cohen sair do Templo Sagrado na hora do serviço
Não deve um cohen simples se colocar em estado de impureza decorrente de contatos com um morto, a menos que seja seu parente
Não deve o sumo sacerdote ficar sob o mesmo teto de um morto, mesmo que seja seu parente
Não deve o sumo sacerdote se colocar em estado de impureza decorrente de contatos com morto, mesmo que seja seu parente
Não deve a tribo de levi possuir terras em Israel
Não deve o levi se apoderar de despojos obtidos em guerras de conquistas por Israel
Não arrancar cabelos pelos mortos
Não comer animal domestico ou selvagem impuro (não casher)
Não comer peixes impuros (não casher)
Não comer aves impuras (não casher)
Não comer insetos alados (moscas, abelhas, etc.)
Não comer insetos e vermes rastejantes
Não comer insetos e vermes provenientes de matéria pútrida
Não comer animal que nasce em semente ou fruta
Não comer qualquer tipo de animal rastejante
Não comer um animal morto naturalmente
Não comer um animal dilacerado
Não comer um órgão de animal vivo
Não comer o tendão encolhido
Não comer sangue de animal que não seja peixe
Não comer sebo de qualquer animal
Não cozinhar carne com leite
Não comer carne com leite
Não comer carne de boi que foi apedrejado por matar alguém
Não comer, antes de Pêssach, um pão feito de farinha de trigo da nova safra, antes de trazer a oferenda do ômer
Não comer farinha assada antes do dia 16 de Nissan
Não comer espiga nova antes do dia 16 de Nissan
Não comer frutos de uma árvore de menos de 3 anos de idade
Não comer enxerto de vegetais com cereais (exemplo: Vinhedo com trigo)
Não beber vinho consagrado para idolatria
Não deve um jovem comer carne nem beber vinho em excesso
Não comer no dia de Yom Kipur
Não comer leveduras na festa de Pêssach
Não comer algo em que foi misturado levedura, na festa de Pêssach
Não comer levedura no dia 14 de Nissan a partir do meio-dia
Não avistar a levedura dentro de casa na festa de Pêssach
Não possuir levedura na festa de Pêssach
Não deve um nazir (aquele que se consagrou a D-us) tomar vinho ou seus derivados
Não deve um nazir comer uva
Não deve um nazir comer uvas passas
Não deve um nazir comer caroço ou bagaço de uvas
Não deve um nazir comer casca de uva
Não deve um nazir se colocar em estado de impureza através de contato com um morto
Não deve um nazir se colocar em estado de impureza entrando numa tenda em que ha um morto
Não deve um nazir cortar seu cabelo
Não colher toda a plantação de um terreno: deve-se deixar um canto para os necessitados
Não pegar as espigas que caírem juntas no chão durante a colheita, se forem em numero menor do que 3, deixando-as para os necessitados
Não colher um cacho de uvas deformado, deixando-o para os necessitados
Não recolher um cacho de uva que cai isoladamente, deixando-o para os necessitados
Não recolher um feixe de trigo esquecido no campo durante a colheita, deixando-o para os necessitados
Não plantar juntas duas espécies de vegetais diferentes
Não plantar espigas de trigo em um vinhedo
Não cruzar animal de uma espécie com um de outra espécie
Não efetuar trabalho com animal de uma espécie junto com um de outra espécie
Não impedir o animal de comer durante o seu trabalho
Não semear a terra durante o ano sabático
Não podar, embelezar, cultivar as árvores durante o ano sabático
Não colher frutos da terra que crescerem espontaneamente no ano sabático
Não colher as frutas que crescerem no ano sabático
Não trabalhar a terra no ano do jubileu
Não ceifar plantas que crescerem no ano do jubileu
Não colher frutas que nascerem no ano do jubileu
Não vender terrenos da terra de Israel para sempre: voltam para o dono original no ano do jubileu
Não vender terrenos dos territórios da tribo de levi que cercam as cidades
Não ignorar a presença do levi para doar presentes
Não cobrar dividas no ano sabático
Não se recusar a emprestar dinheiro por causa do ano sabático
Não se recusar a fazer caridade e recursos para os necessitados quando se sabe de sua situação econômica
Não libertar um escravo judeu de mãos vazias
Não cobrar do devedor sabendo que não tem condição de pagar no momento
Não emprestar dinheiro a juros
Não tomar dinheiro emprestado com juros
Não intermediar empréstimos a juros
Não atrasar o pagamento do empregado diarista
Não tomar penhores de um devedor forçadamente (somente com ordem judicial)
Não ficar com penhores que são de uso imprescindível para o dono no período (travesseiro de noite, arado de dia, etc.)
Não tomar penhores de viúvas, independente da classe social
Não tomar como penhores objetos de uso em alimentação (panelas, etc.)
Não seqüestrar pessoas
Não roubar
Não assaltar
Não alterar os limites de um terreno alheio de modo prejudicial
Não deixar de pagar dívidas
Não negar dívidas e penhores contraídos
Não jurar em falso a existência de uma dívida
Não enganar nos negócios de compra e venda
Não envergonhar o próximo com palavras, não humilhar, não fazer referências desairosas
Não enganar com palavras um convertido
Não enganar nos negócios um convertido
Não devolver ao dono um escravo judeu que fugiu para Israel
Não enganar um escravo judeu que fugiu para Israel
Não oprimir órfãos e viúvas
Não submeter um escravo judeu a serviços humilhantes
Não vender escravo judeu de maneira humilhante
Não submeter escravo judeu a trabalhos desnecessários
Não permitir que um gentio utilize um escravo judeu para trabalhos pesados (maltratar o escravo)
Não vender ou doar escrava judia
Não diminuir os benefícios de uma escrava judia após casar-se com ela
Não vender mulher formosa não judia conquistada na guerra, após seduzi-la
Não tornar escrava mulher formosa não judia conquistada na guerra, após seduzi-la
Não planejar maneiras de subtrair propriedades do próximo (não cobiçar)
Não desejar propriedades do próximo
Não deve o trabalhador que trabalha na terra, não colhendo, comer da plantação
Não deve um trabalhador que trabalha na terra, colhendo, comer em demasia, ou guardar para mais tarde, das plantações
Não se omitir de devolver objetos perdidos
Não se omitir de ajudar alguém que esteja demasiadamente carregado
Não enganar nos pesos de mercadorias nem em áreas de terrenos (trapacear)
Não possuir pesos adulterados para medição, mesmo sem usar
Não deve um juiz ser corrupto em julgamentos (cometer injustiças)
Não deve um juiz aceitar suborno, mesmo para julgar corretamente
Não deve um juiz simpatizar mais com um dos lados, apesar da importância do mesmo
Não deve um juiz ter medo de pronunciar sentença contra réu de má índole
Não deve um juiz ter piedade do réu pobre
Não deve um juiz pré-julgar uma pessoa de ma índole
Não deve um juiz diminuir o valor da indemnização devida por um pobre decorrente de ter cegado ou aleijado alguém
Não deve um juiz distorcer a sentença de um órfão ou convertido
Não deve um juiz ouvir somente um lado, sem a presença do outro
Não deve um tribunal condenar a morte alguém com menos de dois votos de diferença
Não deve um juiz se deixar influenciar pela opinião de um outro juiz
Não deve o supremo tribunal rabínico ou líder da diáspora nomear um juiz que tenha poucos conhecimentos da Torá
Não testemunhar em falso
Não deve um tribunal basear-se em testemunho de um perverso
Não deve um tribunal aceitar testemunho de parentes do envolvido no processo
Não se basear no testemunho de somente um indivíduo para punir alguém
Não matar um ser humano
Não deve um tribunal basear-se somente em pressupostos, sem testemunhas, para castigar na hora o suspeito
Não deve uma testemunha sobre homicídio emitir pareceres alheios ao fato julgado, se não for perguntada
Não matar uma pessoa acusada de assassinato sem prévio julgamento pelo tribunal
Não poupar a vida de um perseguidor que quer matar alguém, matando-o, se necessário
Não punir quem cometeu uma falha sob coação
Não trocar pena de morte por dinheiro
Não trocar por dinheiro a obrigação de quem matou sem querer, de se refugiar nas cidades especiais
Não se omitir de salvar o próximo quando este estiver em perigo de vida
Não colocar obstáculos que possam causar a morte de alguém
Não enganar o próximo com ideias falsas
Não dar mais chibatadas do que a pessoa aguenta (mínimo 3, máximo 39)
Não difamar o próximo, não fazer fofocas
Não odiar o próximo
Não envergonhar o próximo
Não ser vingativo com o próximo
Não dizer: sou melhor que você, pois estou lhe fazendo algo que você não quis me fazer (guardar rancor)
Não levar a mãe de passarinhos junto com os eles do ninho. Deve-se afugenta-la antes
Não cortar o cabelo em volta da área com lepra
Não adulterar os sinais da lepra
Não plantar ou trabalhar na terra próxima de onde foi abatido o bezerro através do ritual de eglá arufá
Não deixar viver uma feiticeira
Não convocar um homem, no primeiro ano após se casar, para o exercito ou outro serviço público que o afaste da esposa
Não contestar nossos Sábios
Não acrescentar algo a Torá escrita e oral
Não diminuir algo da Torá escrita e oral
Não amaldiçoar um juiz
Não amaldiçoar um grande líder
Não amaldiçoar qualquer judeu
Não amaldiçoar os pais
Não bater nos pais
Não trabalhar no Shabat
Não viajar (mesmo a pé) no Shabat alem dos limites da cidade
Não deve um tribunal punir alguém durante o Shabat
Não trabalhar no primeiro dia de Pêssach
Não trabalhar no sétimo dia de Pêssach
Não trabalhar em Shavuot
Não trabalhar em Rosh Hashaná
Não trabalhar no primeiro dia de Sucot
Não trabalhar em Shemini Atsêret
Não trabalhar em Yom Kipur
Não ter relação sexual com a mãe
Não ter relação sexual com a esposa do pai
Não ter relação sexual com a irmã
Não ter relação sexual com a filha da esposa do pai
Não ter relação sexual com a filha do filho
Não ter relação sexual com a filha da filha
Não ter relação sexual com a filha
Não ter relação sexual com uma mulher e sua filha
Não ter relação sexual com uma mulher e a filha do filho dela
Não ter relação sexual com uma mulher e a filha da filha dela
Não ter relação sexual com a irmã do pai
Não ter relação sexual com a irmã da mãe
Não ter relação sexual com a esposa do irmão do pai
Não ter relação sexual com a esposa do filho
Não ter relação sexual com a esposa do irmão
Não ter relação sexual com a irmã da esposa enquanto a esposa viver
Não ter relação sexual com a mulher no período de sua menstruação
Não ter relação sexual com a mulher do próximo
Não deve o homem ter relação sexual com animal
Não deve a mulher ter relação sexual com animal
Não deve o homem ter relação sexual com outro homem
Não ter relação sexual com o pai
Não ter relação sexual com o irmão do pai
Não ter prazer corporal não sexual (intimidades) com mulheres proibidas para si exemplo: irmã, tia, nora, etc.
Não se casar com um bastardo
Não deve uma mulher ter relação sexual fora do casamento
Não deve um homem se casar novamente com uma mulher da qual se divorciou caso ela tenha se casado posteriormente
Não se casar com uma mulher viúva pendente de resolução de levirato
Não deve um homem separar-se de uma mulher virgem por ele estuprada, sem o consentimento dela
Não deve um homem separar-se de uma mulher se ele a difamou dizendo que ela não era virgem, quando de fato ela era
Não deve um eunuco ou homem com problemas nos testículos causado por acidente (incapaz de procriar) se casar
Não se deve castrar homem ou animal
Não proclamar um rei não judeu, mesmo se ele for convertido
Não deve um rei ter muitos cavalos
Não deve um rei ter muitas esposas
Não deve um rei possuir muito dinheiro
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...