sábado, 3 de março de 2012

A prova de que o Êxodo existiu e EL já era falado pelos hebreus


Todos conhecemos a história de Moisés, o homem levantado por Deus para libertar o Seu povo da escravidão imposta pelos egípcios. Conhecemos mais ainda o que Moisés, segundo autoridade dada por Deus, fez no Egito: As 10 pragas, a abertura do Mar Vermelho, os dez mandamentos, etc.

A arqueologia tem sido a maior amiga dos historiadores e estudiosos bíblicos na procura de locais e objetos que possam evidenciar o trajeto dos hebreus. Já são muitas as evidências encontradas no Egito e na Arábia Saudita.

No último século arqueólogos redescobriram evidências sobre a escravidão dos hebreus, as pragas e a fuga do Egito. A pintura abaixo é uma entre outras encontradas nas paredes da tumba de um comandante chamado Khnumhotep II (século XIX A.C.) onde estão registradas a entrada de um grupo de cerca de 37 palestinos (de barbas) trazendo suas mulheres, crianças, arcos, flechas, lanças, harpas, jumentos e cabras caracterizando que não se tratava de uma invasão, por causa da submissão aos egípcios (mulatos).

A figura abaixo, da publicação The Ancient Near East in Pictures (Pritchard) mostra inscrições no Egito sobre o trabalho escravo (século XV A.C.) na fabricação de tijolos e na construção (Êxodo 1.11-14). Alguns textos egípcios mencionam cotas de tijolo e uma falta de palha, como em Êxodo 5.6-19.



Há sinais das pragas nas ruínas da antiga cidade de Avaris e no chamado "papiro de Ipuwer" encontrado no Egito no início do último século, levado para o Museu Arqueológico Nacional em Leiden na Holanda sendo decifrado por A.H. Gardiner em 1909. O papiro completo está no Livro das Advertências de um egípcio chamado Ipuwer. Este descreve motins violentos no Egito, fome, seca, fuga de escravos com as riquezas dos egípcios e morte ao longo da sua terra. Pela descrição ele foi testemunha de pragas como as do Êxodo.

Outra evidência da passagem dos hebreus pelo Egito foi a descoberta do Vale das Inscrições (Wadi Mukattab) na Península do Sinai.



Uma das inscrições feitas por hebreus descreve com detalhes a fuga pelo Mar Vermelho. As inscrições foram feitas em hebraico antigo em pedras e arqueólogos e pesquisadores ainda não sabem dizer quem são seus autores. Há também hieróglifos egípcios a respeito das minas de turquesa da região de Serabit El Khadim, inscrições de mineiros Canaãnitas e Nabateanos, em grego, latim e árabe ao longo do vale.

O explorador Charles Forster publicou estes achados em seu livro "Sinai Photographed" em 1862. Ele concluiu que estas inscrições eram uma combinação de alfabetos hebreus e egípcios que descrevem o Êxodo. A foto abaixo foi tirada em 1857 por Francis Frith.



A mais recente descoberta sobre a passagem dos hebreus no Egito foi apresentada em 2003 quando 2 arqueólogos israelitas concluíram estudos dos anos 30 na parte ocidental do Nilo onde a Universidade do Instituto Oriental de Chicago estava fazendo escavações em Medinet Habu, área do sul da necrópole de Tebas. Arqueólogos descobriram evidências de algumas cabanas semelhantes às casas de 4 quartos predominantes na Palestina durante toda a Idade do Ferro (1200-586 A.C.).

Historiadores antigos e famosos também relataram a passagem dos hebreus no Egito:

Flavio Josefo, historiador judeu do 1° século D.C., em sua obra Josefo Contra Apion - I, 26, 27, 32 menciona dois sacerdotes egípcios: Maneto e Queremon que em suas histórias sobre o Egito nomearam José e Moisés como líderes dos hebreus. Também confirmaram que migraram para a "Síria sulista", nome egípcio da Palestina.

Diodoro Siculo, historiador grego da Sicília (aproximadamente 80 a 15A.C.) escreveu que "antigamente ocorreu uma grande pestilência no Egito, e muitos designaram a causa disto a Deus que estava ofendido com eles porque havia muitos estranhos na terra, por quem foram empregados rito estrangeiros e cerimônias de adoração ao seu Deus. Os egípcios concluíram então, que a menos que todos os estranhos se retirassem do país, nunca se livrariam das misérias".

Herodoto, historiador grego intitulado o Pai da História, escreveu o livro "Polymnia". Na seção c.89 escreve: "Essas pessoas (hebreus), por conta própria, habitaram as costas do Mar Vermelho, mas migraram para as partes marítimas da Síria, tudo que é distrito, até onde o Egito, é denominado Palestina". São localizadas as costas do Mar Vermelho, em parte, hoje o Egito, enquanto são localizadas as partes marítimas da Síria antiga, em parte, o atual Estado de Israel.

O documentário êxodo decifrado de James Camerom, explora diversas provas que confirmariam a ocorrência do evento bíblico conhecido por Êxodo, ou seja, a saída dos judeus do Egito, liderados por Moisés.
Jacobovici sugere que o evento do Êxodo teria ocorrido por volta de 1.500 A.C, durante o reinado do faraó Amósis I ou Amés da 18ª dinastia, época em que ocorreu a erupção vulcânica do Santorini, a maior da História. No documentário, as dez pragas do Egito citadas na Bíblia são explicadas como resultado da citada erupção e seus efeitos na região do Delta do Nilo. As provas arqueológicas reunidas por Jacobovici foram encontradas no Egito, algumas em Micenas na Grécia, onde existe um ornamento de ouro que poderia representar um desenho da Arca da Aliança.

As provas no Egito
-A expulsão dos Hicsos foi registrada pelos egípcios. Jacobovici sugere que os Hicsos e os Hebreus eram o mesmo povo, uma tese defendida pelas descobertas da capital desse povo, conhecida por Avaris (30°47'14.71"N, 31°49'16.92"E) que se pronuncia "Yakov/Yakub" (de Yaqub-her), similar ao nome hebreu do patriarca bíblico Jacó (Ya'aqov).

-As estelas de Amoses, fragmentos monolíticos com inscrições e que foram descobertos na cidade de Karnak por Henri Chevalier em 1947. Neste monolito é descrito uma grande tempestade ou escuridão que assolou o Egito, o que seria raro naquela região desértica.
Amoses I. Jacobovici sugere que o significado hebreu para o nome do faraó seria "Irmão de Moisés". O documentário mostra a mumia do filho de Amoses, Sapair, que teria morrido com doze anos de idade. No relato bíblico, o faraó perdeu o seu filho primogênito por causa da décima praga (a praga dos primogênitos).

-A mina de turquesas de Serabit el-Khadim , um campo de mineração no Sinai onde foi encontrada uma inscrição em alfabeto hebreu na qual se lê "Ó EL, salve-me dessas minas" . Foi argumentado que o uso do "El" era como os hebreus chamavam Deus antes da revelação do Sinai, o que comprovaria o fato dos hebreus terem sido escravizados no Egito. A inscrição não foi datada, todavia.

-O historiador da Antiga Judéia Flavius Josephus sugeriu em seu trabalho Contra Apion que os Hicsos foram os antigos hebreus. Muitas das teorias exploradas por Jacobovici foram publicadas anteriormente no livro de 1998 Act of God, escrito pelo historiador britânico Graham Phillips.


As provas em Micenas
-Tumbas. Jacobovici sugere que os desenhos em três das pedras que ornamentavam tumbas em Micenas ("O círculo de tumbas de Micenas") relatam a travessia do Mar Vermelho. Segundo Jacobovici, as pedras contam como um homem em cima de uma carruagem ataca outro a pé com um cajado, e como esse é alcançado por grandes ondas. Para Jacobovici, seria a história do encontro de Amoses com Moisés, no episódio da divisão das águas do Mar Vermelho. Mas ele admite que os especialistas interpretam a cena como uma corrida de carruagens ou mesmo uma cena de guerra comum.

-Um ornamento de ouro escavado de uma das tumbas de Micenas mostra o que Jacobovici acredita ser o desenho da Arca da Aliança, colocada em um altar. Entretanto, quando ele compara a foto do ornamento com a história bíblica sobre a construção da Arca, há muitas divergências. Jacobovici sugere que os membros da Tribo de Dã emigraram para Micenas após o Êxodo. Ele alega que Homero chamou o povo enterrado em Miscenas de "Danaoi" (Aqueus). O mito grego, entretanto, conta que Danaoi eram os descendentes do povo de Argos, filhos de Dânae.

Segundo o documentário, muitos historiadores consideram o Êxodo como um "conto de fadas" e outros rejeitam as explicações científicas para milagres. Jacobovici alega que Deus, segundo a descrição cristã-judaíca, manipula a Natureza. O documentário finaliza com a questão dos eventos naturais ou da "mão de Deus", que levaram ao Êxodo.

Seja como for, o fato é que existem unumeras evidências arqueológicas de que os Hebreus estiveram no Egito e que DEUS os tirou de lá.

E que os hebreus mesmo nessa época antiga já conheciam a seu Deus pelo titulo EL ou Elohim, Provando o que dizem os teologos sobre a tradição Eloinista, que depois virou a tradição Javista após a revelação do nome sagrado no monte para Moisés.

Algumas fontes para pesquisa: forte fundamento
                                              wikipédia
Vídeo: Prova dos hebreus no egito tecle aqui

Êxodo decodificado



terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Bíblia de 1500 anos descoberta na Turquia


Uma bíblia de 1500 anos foi descoberta na Turquia, após a prisão de uma quadrilha que comercializava antiguidades de forma ilegal. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo.

Segundo informações do site Notícias Cristãs, peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original. A descoberta do livro se deu em 2000, e desde então, vinha sendo mantido em segredo, guardado em um cofre-forte na cidade de Ancara.

Estima-se que o valor do livro chegue a 20 milhões de euros, dada sua importância histórica. Após a divulgação da descoberta, o livro foi considerado patrimônio cultural e após a restauração que será feita, o livro será exposto no Museu Etnográfico de Ancara.

Há informações de que o Vaticano demonstrou preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem que especialistas da Igreja Católica pudessem avaliar o livro e seu conteúdo, que se suspeita, contenha o “Evangelho de Barnabé”, escrito no século XIV e considerado controverso, por descrever Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica.

Uma fotocópia de uma única página do manuscrito antigo é pensado para ser 1.5million R pena.


O ministério da Cultura turca e ministro do Turismo Ertugrul Gunay disse que o livro poderia ser uma versão autêntica do Evangelho, que foi suprimida pela Igreja Cristã por suas fortes paralelos com a visão islâmica de Jesus.
Ele também disse que o Vaticano tinha feito um pedido oficial para ver a escritura - um texto polêmico que os muçulmanos afirmam ser um complemento para os evangelhos originais de Marcos, Mateus, Lucas e João.De acordo com a crença islâmica, o Evangelho trata Jesus como um ser humano e não um Deus.

Ele rejeita as idéias da Santíssima Trindade e da Crucificação e revela que Jesus predisse a vinda do profeta Maomé. Em uma versão do evangelho, ele disse disse: "Como será o Messias ser chamado? Muhammad é o seu nome abençoado '.

QUEM FOI Barnabé?
Nascido em Chipre como José, Barnabé foi um dos primeiros cristãos mais tarde chamado de apóstolo.
Sua história aparece nos Atos dos Apóstolos, e Paulo menciona-o em algumas de suas epístolas.
A data, lugar e circunstâncias de sua morte são historicamente verificável.Mas os Estados tradição cristã que ele foi martirizado em Salamis, Chipre.Ele é tradicionalmente identificado como o fundador da Igreja de Chipre, com o seu dia de festa em 11 de junho.

E em outro Jesus negou ser o Messias, alegando que ele ou ela seria ismaelita, o termo usado para um árabe. Apesar do interesse no livro recém re-descoberto, alguns acreditam que é uma data falsa e só volta para o século 16. As cópias mais antigas da data de livro de volta a esse tempo, e são escritos em espanhol e italiano.
Protestante pastor Ihsan Ozbek disse que era improvável de ser autêntico.
Isto porque Barnabé viveu no primeiro século e foi um dos Apóstolos de Jesus, em contraste com esta versão que é dito para vir a partir do século V ou VI.

Ele disse ao jornal Hoje Zaman: "A cópia em Ancara poderia ter sido escrito por um dos seguidores de Barnabé.
"Desde há cerca de 500 anos entre Barnabé e a escrita da cópia da Bíblia, os muçulmanos podem se decepcionar ao ver que esta cópia não inclui coisas que eles gostariam de ver.
"Pode não ter nenhuma relação com o conteúdo do Evangelho de Barnabé.
Professor de teologia Ömer Faruk Harman disse uma verificação científica da Bíblia pode ser a única maneira de revelar quantos anos ela realmente tem.




Turquia nega pedido do Vaticano de examinar a bíblia

O Ministério da Cultura da Turquia negou hoje que o Vaticano pediu para examinar uma Bíblia antiga, que de acordo com a imprensa local, poderia conter um evangelho apócrifo. A assessoria da
pasta disse à ANSA que ontem à noite o ministro Ertugrul Gunay desmentiu informações publicadas na imprensa sobre o interesse da Santa Sé pelo antigo volume. Uma fonte do Museu de Etnografia de Ancara, 
instituição que teria sob seu poder a Bíblia citada, informou à ANSA que o texto ainda precisa ser examinado e que qualquer suposição sobre o seu conteúdo é prematura. De acordo com o Ministério, a imprensa turca 
fez "sensacionalismo" sobre o caso, já que a única informação confirmada por Gunay é de que foi confiada a seu Ministério uma Bíblia de 1.500 anos, "que provavelmente foi escrita em aramaico, em linguagem semelhante à falada por Jesus", e que após sua restauração será exposta ao público.

fontes: mail online
          Gnoticias
          euronews
          noticias




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