segunda-feira, 23 de abril de 2012

Manuscrito do mar morto revela que o messias ressuscitaria


INTRIGANTE ROLO DO MAR MORTO DIZ QUE O MESSIAS "HAVERIA DE VIR, MORRER E RESSUSCITAR AO TERCEIRO DIA"!

Um respeitado erudito israelita e professor na Universidade Hebraica está criando "agitação nas águas" do judaísmo, ao trazer um intrigante e apelativo caso relacionado com uma noção distinta da vinda do Messias para morrer como "servo sofredor", como expiação dos pecados e redenção de Israel, para depois ressuscitar da morte ao terceiro dia!

Fundamentado nos seus muitos anos de pesquisa e na recentemente analisada evidência arqueológica - incluindo um rolo do "Mar Morto" que ainda não tinha sido estudado - o erudito e estudioso está também alegando que a sua noção do Messias ressuscitar ao terceiro dia é um conceito pré-cristão que data de um período anterior ao do nascimento de Jesus em Belém Efrata.

A causa defendida pelo Dr. Israel Knohl atraiu atenção significativa, incluindo um artigo importante no "New York Times" e diversos artigos na conceituada revista "Biblical Archaeology Review".
O artigo no "Times", sob o título: "Tábua antiga despoleta debate sobre o Messias e a Ressurreição" começa desta forma:

"Uma tábua de 90 cms, com 87 linhas em hebraico, que peritos acreditam datar de décadas antes do nascimento de Jesus está causando uma silenciosa agitação nos círculos bíblicos e arqueológicos, especialmente porque pode estar a falar acerca de um messias que se erguerá dos mortos após três dias."
A tábua foi denominada pelos eruditos como "Revelação de Gabriel", uma vez que ela sugere que o anjo Gabriel foi instruído por Deus para anunciar que o Messias se levantaria dos mortos ao terceiro dia.

Na verdade, isto não é novidade. A tábua de pedra foi descoberta há cerca de quinze anos e é pertença de um judeu suíço-israelita chamado David Jeselsohn, que não entendeu o significado da mesma quando a adquiriu. O artigo no Times foi publicado em 2008. O Dr. Knohl publicou então um livro (em 2009) acerca de toda esta questão, entitulado: "Messias e a Ressurreição na 'Revelação de Gabriel'". Essa obra foi a continuação de outra anterior: "O Messias antes de Jesus: o Servo Sofredor dos Rolos do Mar Morto" publicado inicialmente em hebraico no ano 2000 e depois em inglês no ano 2002. Nesse livro, o Dr. Knohl explica as várias teorias judaicas acerca do Messias, incluindo a do "Messias filho de David" que reinará na terra tal como o rei David, e um "Messias filho de José" que será rejeitado pelos seus irmãos, maltratado, deixado como morto, mas reaparecendo mais tarde e que salva não só a nação de Israel, mas o mundo, tal como José no Livro dos Gênesis.

Para nós, cristãos, isto não surpreende, embora possa vir a ser uma tremenda evidência da realidade em que acreditamos mas que precisa de ser acreditada e aceita pelos judeus. Essa é a grande realidade-pilar da fé cristã:

"Irmãos, lembro-vos do Evangelho que vos preguei, o qual também recebestes e no qual estais firmes. Por meio dele também sois salvos, desde que vos apegueis com convicção à Palavra que vos anunciei; caso contrário, tendes crido em vão. Porquanto, o que primeiramente vos transmiti foi o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, conforme as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze. Depois disso, apareceu a mais de quinhentos irmãos de uma vez..." (1 Coríntios 15:1-5 edição King James).

As antigas Escrituras judaicas já falavam acerca de um Messias sofredor que morreria para expiar os pecados da humanidade - Isaías 53, Salmo 22 e 69, e Daniel 9:26. Neste último texto diz ainda que o Messias seria "cortado" e que depois o Templo e Jerusalém seriam destruídos.

Mas, mais importante ainda é aquilo que eu quero que você hoje considere:
1 - E se a história do Evangelho for verdadeira?
2 - E se Jesus realmente não só morreu pelos nossos pecados mas foi também sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, de acordo com as antigas profecias?

Se assim é, e eu acredito que sim, que importância tem isto para si? Como vai responder a esta realidade?
Que Deus o abençoe ao responder positivamente a estas incontornáveis realidades!

Shalom!

fonte: Shalom Israel

Conservadores aprovam Rabinos gays em Israel


Uma noticia que tomei conhecimento hoje, que saiu no jornal o globo, que achei interessante publicar e compartilhar com meus leitores:

JERUSALÉM

As discussões acaloradas sobre as três principais correntes do judaísmo — reformista, conservadora e ortodoxa — ganharam novas faíscas nesta sexta-feira quando o chamado Movimento Conservador de Israel decidiu aprovar a ordenação de rabinos homossexuais, endossando a posição desse movimento nos Estados Unidos, onde gays e lésbicas já podem participar de estudos visando ao rabinato há alguns anos.

— Vejo isso como um avanço muito importante da lei judaica. Foi a coisa certa a fazer. Somos todos feitos à imagem de Deus e, portanto, somos todos iguais. Para mim, trata-se de valores de muita importância — comemorou o rabino Mauricio Balter, presidente da Assembleia Rabínica do Movimento Conservador.
Ao contrário dos setores reformistas e liberais, nos quais homossexuais já podem ser ordenados rabinos, a decisão foi mais polêmica entre os conservadores — cumpridores da lei judaica, adotando costumes e práticas comuns à ortodoxia.

Na própria sexta-feira, o conceituado seminário rabínico Schechter, em Jerusalém, informou que vai admitir estudantes gays e lésbicas já no próximo ano letivo. Foi lá que ocorreu a votação sobre a ação de rabinos homossexuais, autorizados com uma quase unanimidade: 17 autoridades religiosas votaram a favor, e apenas um rabino se absteve.

A instituição — que tem filiais no exterior — acabou protagonizando nos últimos anos debates e embates sobre o tema. Em 2006, a entidade rachou. Duas escolas rabínicas afiliadas nos EUA aprovaram a ordenação homossexual, na contramão da postura adotada em Jerusalém e Buenos Aires. O debate ganhou contornos tão radicais que duas estudantes, rabinas, decidiram abandonar os estudos de dois anos no Instituto Shechter: uma a favor e outra contra a medida.

— Estou contente que tenha havido uma votação e que tenha terminado assim. Foi uma decisão democrática e correta, como mostra o resultado, ninguém foi contra — resumiu o rabino Balter.

Ortodoxos não permitem mulheres rabinas
O programa rabínico do Instituto Shechter é composto por dois anos equivalentes a um mestrado em estudos judaicos. Ao término do curso, os estudantes são testados por um conselho de rabinos que autoriza a ordenação.

A medida, porém, promete provocar a ira da ortodoxia, que, em Israel, monopoliza os serviços públicos ligados à religião, como casamentos (não existe união civil no país) e funerais. Para esse grupo, aliás, além da rejeição ao homossexualismo, existe ainda a total rejeição de mulheres no papel de líderes religiosas.

fonte: O GLOBO
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...