sábado, 8 de setembro de 2012

A tragédia das seitas apocalipticas !

Pastor Jim Jones

Hoje muitas pessoas esperam o apocalipse e muitas seitas e igrejas surgem pregando um arrebatamento e portanto,um livramento de uma possível ira divina no final dos dias. Isso não é novo e sempre haverá. Mas quando nós falamos acerca de preterismo e de que o apocalipse na verdade já ocorreu, pois se referia a sua época, somos geralmente taxados de hereges. O que acontece é que uma interpretação literal do apocalipse,sem exegese e sem o conhecimento do antigo testamento e da história, da a impressão de que de fato haverá um fim do mundo, uma batalha apocaliptica entre Jesus e Satanás e apenas alguns eleitos salvos.

Como já mencionei em um determinado vídeo,seitas inteiras surgiram incentivando seus membros a largarem trabalho, estudo e tudo mais esperando um apocalipse que já aconteceu. Um exemplo disso são os testemunhas de Jeová em sua origem, E em alguns casos, o pior não é apenas o prejuizo social e financeiro na vida do fiél, mas em alguns casos, isso pode custar vidas. Um exemplo famoso é o caso do pastor Norte-Americano Jim Jones que levou milhares de sua seita a cometerem suicidio esperando um apocalipse,que segundo ele, aconteceria naquela época. Vamos ver um pouco sobre Jim Jones e como lideres religiosos carismáticos, conseguem induzir seus fiéis a tudo, num tipo de lavagem cerebral.


James Warren "Jim" Jones (Crete, Indiana, 13 de maio de 1931 - Jonestown, 18 de novembro de 1978) foi um líder de seita estadunidense e fundador da igreja Templo dos Povos (Peoples Temple), e mentor do suicídio em massa da comunidade de Jonestown, na Guiana, em 18 de novembro de 1978, com o resultado de 918 mortes, em sua maioria por envenenamento.

Em 1954, Jones criou a sua própria igreja em uma área da cidade racialmente integrada. O culto recebeu vários nomes até adquirir a denominação definitiva de Peoples Temple Christian Church Full Gospel (Templo dos Povos), em 1959.
Através do Templo, Jim Jones adquiriu notoriedade e apoio político e da mídia em Indianópolis, contribuindo para por fim à segregação racial em departamentos públicos, restaurantes e hospitais. Em 1960, o prefeito democrata Charles Boswell o nomeou como diretor local da comissão de direitos humanos. No entanto, Boswell e Jones acabaram entrando em atrito quando o líder do Templo foi agredido em uma reunião do NAACP.

Com seu trabalho estabelecido em Indianápolis, Jim Jones começou a buscar novas áreas para a expansão de sua seita.
Em 1959, Jim Jones viajou a Cuba após a derrubada do regime de Batista, mas sua tentativa de trazer afro-cubanos para Indiana resultou em fracasso. Em 1961, após prever um ataque nuclear iminente, Jim Jones transferiu-se com sua família para o Brasil, mais precisamente em Belo Horizonte em uma casa localizada na Rua Marabá nº203, no bairro Santo Antônio, com a ideia de estabelecer um novo local para o Templo. Sem sucesso, transferiu-se em 1963 para o Rio de Janeiro, onde estudou a situação social das favelas cariocas e a mentalidade religiosa local.
Mas a necessidade de resolver conflitos internos na igreja em Indiana forçou Jones a retornar aos Estados Unidos (1965), passando no caminho de retorno pela então colônia britânica da Guiana.

A perspectiva de guerra nuclear – Jones faria uma nova previsão para 15 de julho de 1967 – continuou alimentando os objetivos de expansão de seu culto. Ainda em 1965, Jones começou a transferir a comunidade do Templo dos Povos para Ukiah, na região do vale das sequoias, no estado da Califórnia. Em 1970, já existiam sucursais do Templo em San Francisco e Los Angeles.

O movimento se expandia no país através de caravanas, distribuição de folhetos (especialmente entre viciados em drogas e sem-teto), concentrações em grandes cidades (como Houston, Detroit e Cleveland) e reuniões de testemunho. No entanto, todas as reuniões eram sediadas em San Francisco, que tornou-se a sede da organização em 1972. Em seu auge, em meados dos anos 70, o Templo dos Povos reuniu cerca de 3 mil membros, dos quais 70 a 80% eram afro-americanos pobres. Estatísticas exageradas do próprio movimento subiam seu número para 20 mil pessoas.

Sempre haverão datas falahas para o apocalipse!


As finanças do movimento provinham de doações provenientes de seus membros ou de pessoas influentes. Objetos pessoais de Jones e amuletos eram também vendidos e o Templo chegou a ter estação de rádio e sua própria gravadora de discos. "Não lembra algo de hoje?"

Após denúncias motivadas pela deserção de oito jovens membros da igreja em 1973, o grupo dirigente do Templo se fechou em torno de Jones e sua liderança pessoal. A partir de então, relatos de ex-membros registram planos e simulações de suicídio coletivo.

Em 1974, o Templo arrendou uma gleba de terra na Guiana, junto à localidade de Port Kaituma, próximo à fronteira com a Venezuela. Ali Jones, com sua família, pretendia erguer o “Projeto Agrícola” do Templo dos Povos, formando a comunidade informalmente denominada de Jonestown. Os primeiros 50 residentes, transferidos da igreja em San Francisco, chegaram em 1977. No ano seguinte, já eram mais de 900 (dos quais 68% eram afro-americanos). Ao mesmo tempo em que o fisco público fechava o cerco contra a isenção de impostos usufruída pelo Templo, Jones se referia de forma hostil ao governo dos Estados Unidos como o Anticristo, em rápida marcha em direção ao fascismo, e ao capitalismo como o regime econômico do Anticristo.

Além disso, pesaram contra Jones acusações de sequestro de crianças de ex-integrantes que tinham abandonado o Templo. O próprio Jones foi acusado de manter sob sua custódia John Victor Stoen, filho biológico de Timothy Stoen, que deixara o Templo em 1977. Stoen apelou ao congressista democrata Leo Ryan, para apelar pela custódia do filho junto ao presidente guianense Forbes Burnham. Em novembro de 1978, o Congresso dos Estados Unidos autorizou uma viagem de Leo Ryan para a Guiana (com a assistência de repórteres da NBC, para investigar as acusações de sequestro movidas contra Jones, bem como informações de que os membros da comunidade em Jonestown viviam miseravelmente.
Outras denúncias incluíam:

1) ameaças físicas e morais e mentais diretamente aos membros da seita, separados de qualquer contato com suas famílias;
2) tortura psicológica, com privação de sono e de alimentos;
3) exigência de entrega de propriedades e 25% da renda de cada membro da seita;
4) interferências de Jones na escolha do casamento e na vida sexual dos casais;
5) isolamento das crianças em relação aos seus pais;
6) campanha constante junto à mídia para dar uma impressão favorável e boa a Jones e ao Templo.

Ryan e sua comitiva foram recebidos calorosamente em Jonestown, em 17 de novembro de 1978, o que gerou um comentário positivo do congressista a respeito das condições de vida na comunidade isolada na floresta. Porém, no dia seguinte, a deserção de alguns membros da comunidade (que quiseram se reunir ao retorno da comitiva) criou um clima de tensão no local. Jones concordou com a saída, denunciando os desertores como traidores, e à tarde, Ryan foi atingido por um ataque desferido com faca e teve que apressar a retirada de Jonestown. Ao chegar à pista de pouso do Port Kaituma, o avião que deveria levar Leo Ryan e sua comitiva foi alvejado pela guarda (“Brigada Vermelha”) que fazia a segurança de Jim Jones. Ryan, três repórteres e uma ex-integrante do culto de Jones foram mortos. Foi a única vez em que um congressista dos Estados Unidos foi assassinado no cumprimento do dever.

Assim que chegou a notícia da morte de Ryan, à noite, Jones pôs em prática o suicídio em massa de toda a comunidade de Jonestown, para o qual já havia feito treinamento anteriormente (embora tenha dito que o veneno não era real) em reuniões chamadas de “noites brancas”. Os membros da comunidade foram induzidos a beber um composto líquido (na forma de suco de sabor uva), contendo potássio, cloreto de cianeto e substâncias sedativas. Os que eram pequenos demais receberam na boca ou através de seringas.
A cifra final de mortos chegou a 918, incluindo mais de 270 crianças e quatro que se suicidaram no escritório da seita em Georgetown. Mais de 400 corpos não identificados foram sepultados em Oakland (Califórnia).



Nem todos os integrantes da comunidade morreram na tragédia. No mínimo cinco membros conseguiram fugir ao cerco da guarda e fugir para a floresta durante o ritual de suicídio coletivo que durou, segundo essas testemunhas, cerca de 5 minutos. O corpo de Jones foi encontrado junto ao pavilhão maior, com um tiro único na cabeça.

Os eventos em Jonestown tiveram grande repercussão nos Estados Unidos e no restante do mundo.
Larry Layton, autor dos disparos contra Ryan, alegou lavagem cerebral mas acabou sendo condenado e permaneceu preso até 2002.

Vários membros da seita, inclusive a própria viúva de Jones, escreveram testamentos deixando seu patrimônio ao Partido Comunista da União Soviética. Jones enviou instruções para que o ativo de 7,3 milhões de dólares fosse levado à URSS através da embaixada soviética na Guiana. No Congresso, a oposição republicana conseguiu endurecer as relações dos Estados Unidos contra a Guiana, acusando o presidente Burnham de corresponsabilidade na tragédia. No entanto, ele permaneceu no poder até sua morte, em 1985, e seu corpo foi mumificado pela equipe do Mausoléu de Lenin, em Moscou.
Antes da tragédia, o Templo já tentara negociar o êxodo da comunidade para a URSS ou outro país do bloco soviético, mas a iniciativa foi recusada por estes países. No início da década de 80, o local onde existia Jonestown foi reocupado por refugiados laocianos.

Nos Estados Unidos, o restante da seita se dispersou. O Templo em Los Angeles foi fechado por falta de verbas e os demais locais da seita passaram a ter outras utilidades. Vários ex-membros relataram o medo de serem eliminados por agentes de Jones que sobreviveram. Michael Prokes, designado para transferir o dinheiro ao PCUS, cometeu suicídio em um março de 1979. Algumas teorias conspiratórias apontam a participação da CIA, mas sem nenhuma evidência real.

Idéias religiosas de Jones

Velho jargão: "Ai daquele que falar do
ungido do senhor!"
As concepções religiosas de Jim Jones não se enquadram na visão ortodoxa da fé cristã. Jones compreendia o Evangelho como uma ação política radical, sem esperança no além, e sua liderança pessoal como um elemento acima de qualquer crítica dentro de sua igreja. 
Apesar de ser chamado “Reverendo”, Jim Jones jamais foi ministro ordenado. Uma de suas prováveis influências religiosas foi o pregador M. J. Divine (1876-1965), que também dirigiu um movimento dirigido à comunidade afro-americana, no Harlem em Nova York. Pregações de Divine eram distribuídas aos membros do Templo, e as ideias dele sobre a adoção podem ter influenciado a Rainbow Family de Jones.

Jones era um adepto da cura pela fé, e via a si mesmo como um profeta, capaz de realizar milagres e com o dom da clarividência. Ao lado das reuniões de milagres para um grande número de pessoas (semelhantes as dos pentecostais desta época), Jones mantinha um constante serviço de assistência social aos mais pobres de sua comunidade. Cerca de metade dos integrantes do Templo em Indianápolis era de afro-americanos.

No decorrer de sua pregação mística, Jones afastou-se ainda mais do cristianismo tradicional e tornou aberto o seu “Socialismo apostólico” (conforme o texto de Atos dos Apóstolos 4:34-35, que Jones relacionou ao lema “de cada um conforme o seu trabalho, a cada um conforme a sua necessidade”, constante na Crítica ao Programa de Gotha, de Karl Marx). Jones afirmou ser a encarnação presente de diversos líderes religiosos ou políticos, como Jesus Cristo, Buda, Gandhi, Marx, Lenin e o próprio M. J. Divine.

No final dos anos 60, Jones já descrevia o cristianismo com uma religião fabulosa, e recusava a validade dos seus dogmas. A Bíblia era rejeitada como um manual escrito por brancos para justificar a sujeição das mulheres e a escravidão negra. O Paraíso não podia ser mais encontrado no além-túmulo e sim na existência terrena, através da luta pela igualdade. Seus críticos (como Tim Reiterman, um dos sobreviventes de Port Kaituma) o descreveram como um ateu, que apenas dera uma roupagem religiosa ao comunismo político.

Vale lembrar, porém, que os livros de Marx sobre o socialismo científico (comunismo) não se referem em nenhum parágrafo a abusos quaisquer, principalmente no que diz respeito a uma justificativa religiosa. O marxismo é uma teoria baseada no estudo da história e entende as religiões nos contextos históricos estudados (e então deduz para os demais) como elementos de poder em serviço de algum sistema de poder político-econômico (uma classe dominante), portanto é uma teoria atéia em seus princípios, meios e fins. Além de que, contrapondo-se à religião, a filosofia de Marx entende o homem como ser cujo entendimento teórico 1. é submetido ao tempo histórico e 2. que nunca se antecipará perfeitamente à realidade, admitindo a possibilidade de crítica e a possibilidade de erro.

Após o caso, várias teorias conspiratórias surgiram. Os familiares não tiveram acesso aos corpos dos seus entes queridos, que foram imediatamente cremados. Há relatos de várias drogas que seriam usadas no acampamento, sugerindo um grande programa de controle mental. Muitos relacionam esse caso com o projeto ULTRA-MK da CIA. Este projeto realmente existiu, mas até hoje não se pode comprovar a ligação dos fatos.

O fato é que este caso deveria servir de exemplos a cristãos fundamentalistas e facilmente manipuláveis que se deixam levar por seus líderes religiosos, crendo segamente serem estes ungidos por Deus, inerráveis e fechados a qualquer crítica. A manipulação religiosa, um tipo delavagem cerebral, a teologia do medo,leva os fiéis ao aprisionamento mental e ao medo dese questionar qualquer dogma ou seu líder religioso, supostamente "ungido".





Vale ressaltar que este blog tem por objetivo o estudo sério das escrituras, e infelizmente, por dogmatismo religioso, muitas vezes somos taxados de hereges, como todos que questionaram estas seitas que interpretavam a bíblia ao bel prazer, enriqueceram com vendas de indulgências e falsas profecias apocalipticas. Fica ai o alerta como exemplo no caso de Jim Jones. Seus fiéis seguidores diziam o mesmo que alguns dizem hoje: "Ai de quem falar do ungido do senhor!"

fonte do wikipédia utilizada na biografia de Jones:  wikpédia
sobre o apocalipse: O apocalipse jáaconteceu! Abram os olhos!

Shalom!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Cristãos perseguidos ! Será ?


Os cristãos usam como chavão uma expressão que diz: O diabo é pai da mentira! Jesus é o caminho, a verdade e a vida! Sendo Jesus a verdade e o diabo o pai da mentira, é no minimo estranho vemos algumas notícias mentirosas postadas por supostos cristãos. Muitos compartilham a notícia por inocência, mas outros, mesmo sabendo a verdade fazem uma questão absoluta de compartilhar, talvez por enchergarem nisso o cumprimento de promessas de perseguições feitas por Jesus. Mas o pior não é quem compartilha tais noticias, mas quem as cria ou as distorce. São muitas, mas vou me focar em uma sobre cristãos sendo queimados vivos por muçulmanos sunitas da Nigéria.

Será que isso é real? Veja o que descobrimos!

No final de setembro de 2011, uma história terrível começou a circular na web. De acordo com a notícia, cristãos estão sendo queimados vivos na Nigéria por muçulmanos sunitas. A foto que acompanha o texto mostra muitos corpos carbonizados, deitados no chão.
A imagem que ilustra a notícia é essa:

suposta foto de cristãos queimados vivos por mulçumanos

A imagem é mesmo chocante!

O texto afirma que:

“Cristãos queimados vivos por muçulmanos sunitas da Nigéria. Notícias como essa, que deveriam estampar a primeira página dos jornais, são solenemente ignoradas pela grande mídia. Vamos divulgar!!! Merece a atenção e divulgação de todo aquele que professa a fé em Jesus Cristo!!! Um verdadeiro absurdo! Triste demais, mas a pura realidade! Divulguem. Espalhem esta notícia. Vamos fazer a nossa parte!”

Mas será que isso é verdadeiro ou falso!

Uma simples e rápida pesquisa pela web revelou que a foto não tem nada a ver com cristãos queimados por muçulmanos na Nigéria. A imagem mostra, na verdade, o resultado de um acidente que ocorreu em 2010. De acordo com vários jornais como, por exemplo, O Estadão, o holandês DeMorgen e o Afrik (em inglês), no dia 1° de julho de 2010, a explosão de um caminhão-tanque de combustível matou 230 pessoas e feriu pelo menos outras 100 na República Democrática do Congo.

O jornal O Globo conta que algumas pessoas morreram enquanto estavam tentando roubar combustível que vazava do caminhão, mas a grande maioria das vítimas estava em casa – assistindo à Copa do Mundo – quando foram atingidas pelas chamas. O governador da província de Kivu do Sul, Marcellin Cisambo, contou à imprensa que a explosão teria ocorrido quando o caminhão capotou e começou a derramar combustível, explodindo logo em seguida.

Os 2 jornais citados pelo E-farsas não mostraram fotos do acidente, mas o Isso é Bizarro – blog especializado em mostrar corpos dilacerados, queimados, fatiados e etc. – exibe essas e outras fotos do acidente.

Cristãos queimados
Apesar da foto não ter relação nenhuma com cristãos queimados na Nigéria, vale ressaltar que há várias notícias de ataques a cristãos não só na naquele país, como em várias partes do mundo. E o pior é que essa briga que dura anos e anos está longe de se resolver… Não seria um simples repassar de e-mail capaz de acabar com um conflito tão antigo e intenso.

O Compact Direct News publicou no dia 20 de abril que um pastor e a sua esposa foram seqüestrados e mortos por extremistas islâmicos na Nigéria. O jornal também afirma que dias antes, 48 cristãos – incluindo 2 pastores – foram mortos com requintes de crueldade por um grupo de muçulmanos que invadiu uma igreja na cidade de Jos – capital do estado de Plateau, na Nigéria.

Como podemos verificar, a grande mídia não está ignorando esses ataques como o texto que circula pela web afirma. Acontece que repassando o e-mail, não estamos contribuindo muito. Como já mencionamos outras vezes aqui no E-farsas.com, é muito mais fácil para o leitor apenas repassar um e-mail – sem se preocupar em saber se suas informações são reais – do que tentar tomar alguma atitude mais, digamos, participativa.

Apesar de muitos cristãos (e não cristãos) realmente estarem sendo assassinados na Nigéria (e em outros países), a foto que acompanha a notícia foi tirada depois de uma explosão de um caminhão de combustível no Congo e não tem nada a ver com o fato citado no texto.  O simples ato de repassar um e-mail não colabora muito no fim de guerras religiosas como essas. Ao contrario, incita a intolerância e o ódio ao islamismo!

Histórias que os cristãos contam


Os missionários cristãos não têm acesso aos muçulmanos para ensinar-lhes o cristianismo. Os governos islâmicos protegem os muçulmanos aprovando leis contra a pregação cristã e assim mantêm essa religião que naturalmente desapareceria ou diminuiria muito se os missionários cristãos tivessem liberdade de pregar.

Todo muçulmano já escutou ou leu isso de algum cristão. Isso é praticamente um senso comum entre os cristãos e eles realmente acreditam nisso. Para alimentar essa lenda eles divulgam estória de cristãos que são presos com panfletos cristãos ou deportados por tentar converter pessoas ao cristianismo.

Acontece que em alguns países muçulmanos é preciso uma licença do governo para fundar uma igreja ou praticar proselitismo. Isso para evitar aberrações como a igreja universal e os pastores que cobram dinheiro para exorcizar "crianças bruxas" na Nigéria.

http://www.youtube.com/watch?v=EJLULM_FAzE

Além de preservar os países dessas aberrações teológicas, de pastores estelionatários e igrejas teatros a lei anti proselitismo na verdade protege a minoria cristã. Por exemplo, no Egito onde são 10%, sem essa lei, muitos muçulmanos não veriam problema em assediar a fé dos cristãos em suas casas ou em seus templos (coisa que o islam proíbe). Ou seja, essa lei é para proteger a ordem social local e a integridade das minorias.

Os cristãos dizem que essa lei é para proteger os muçulmanos que ao conhecer o cristianismo deixariam sua religião nativa. Mas se essa afirmação é correta então o islam não estaria crescendo nos países cristãos. Os filhos de muçulmanos deveriam estar se convertendo em massa ao cristianismo.

Bom, mas o verdadeiro problema ainda não tá aí. Os cristãos enchem o saco com notícias de cristãos perseguidos por pregarem o cristianismo em países árabes. Eu chequei e tem muita balela. Alguém que vai no Egito e distribui panfletos religiosos sem autorização, e são presos e deportados e viram heróis quando voltam ao seu país. Dão palestras, gravam vídeos e saem em todos os blogs cristãos.

Agora só uma curiosidade: Não é proibido falar do cristianismo no Egito. Há várias livrarias cristãs lá e também há um canal de televisão cristão, o Aghapy TV.

http://www.aghapy.tv

É provável que se interrogarmos, os muçulmanos de um país islâmico, sobre proibir o cristianismo, muitos se declarariam a favor, porém seria impossível num estado islâmico. No Islam, a tolerância aos cristãos e ao judeu dentro de um estado islâmico é prescrição de Allah louvado seja e está claríssimo no alcorão. Se declarar contra isso é se declarar contra Allah. Ainda mais se o muçulmano odeia os cristãos, que punição mais horrenda poderia haver do que deixar que ele continue cristão?

Conclusão

Um verdadeiro cristão, não pode compactuar com a mentira. Por mais que não goste da religião alheia, isso não da o direito de distorcer fatos, inventar mentiras e atacar outras religiões. Se Jesus é a verdade, o minimo que um cristão deve fazer é checar as informações antes de sair postando e divulgando, pois como disse Paulo, que comunhão há entre as trevas e a luz? Há comunhão entre a verdade e a mentira?

Paz á todos!

fontes utilizadas: efarsas
                         blog islamico


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