quarta-feira, 8 de março de 2017

O que é Dispensacionalismo?

O que é Dispensacionalismo?

O dispensacionalismo é uma doutrina teológica e escatológica cristã que afirma que a segunda vinda do Messias será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento antes da Grande Tribulação que terá um período de 7 anos, após o qual ocorrerá a batalha do Armageddon e o estabelecimento do reino de Elohim na Terra.

A doutrina do dispensacionalismo não tem fundamento bíblico, nunca na história da igreja houve uma interpretação dessas.

As origens da teoria do arrebatamento secreto podem ser traçadas a partir do tempo da Contra-Reforma. Os reformadores protestantes no século 16 identificaram o papado como o anticristo da profecia. Muitos eruditos jesuítas assumiram a tarefa de defender o papado contra esse ataque. O cardeal Robert Bellarmina (1542-1621), diretor do Colégio Jesuíta em Roma, buscou invalidar o princípio “dia-ano” da profecia como prova dos 1.260 anos de supremacia papal.

O jesuíta espanhol Francisco Ribera (1537-1591) projetou a profecia do anticristo no futuro (futurismo), e outro espanhol, Luiz de Alcazar (1554-1613), defendeu que essas profecias já tinham se cumprido no tempo do Império Romano (preterismo).

O preterismo de Alcazar logo foi adotado pelo calvinista Hugo Grotius (1583-1645) na Holanda, e tornou-se o método favorito para interpretação da profecia bíblica entre os teólogos liberais.

Ribera aplicou as profecias do anticristo ao futuro anticristo pessoal que apareceria no tempo do fim e continuaria no poder por três anos e meio. Por quase três séculos, o futurismo foi largamente confinado à Igreja Católica Romana, até que, em 1826, Samuel R. Maitland (1792-1866) bibliotecário do arcebispo de Canterbury, publicou um panfleto de 72 páginas no qual promoveu a idéia de Ribera de um futuro anticristo. Logo outros clérigos protestantes adotaram a idéia e começaram a propagá-la amplamente. Entre eles estava John Henry Newman, líder do movimento Oxford, que depois tornou-se cardeal católico romano, e Edward Irving, famoso ministro presbiteriano escocês.

O futurismo de Ribera estabeleceu o fundamento para o dispensacionalismo, o qual ensina que Deus tem negociado diferentemente com a humanidade durante diferentes eras da história bíblica. John Nelson Darby (1800-1882) é usualmente considerado o pai do dispensacionalismo. Ele foi um advogado e pastor anglicano que, em 1821, desiludido com a frouxidão espiritual da Igreja, juntou-se a outro grupo religioso chamado Movimento dos Irmãos. Darby possuía uma mente brilhante. Não somente pregava fluentemente em francês e alemão, mas também traduziu o Novo Testamento para o alemão, francês e inglês. Foi autor de mais de 50 livros e, em 1848, tornou-se o líder do movimento.



Darby desenvolveu uma elaborada filosofia da História na qual ele a dividiu em oito eras ou dispensações, “cada uma das quais contendo uma ordem diferente pela qual Deus operou Seu plano redentivo”.[6] Além disso, Darby afirmava que a vinda de Cristo poderia ocorrer em dois estágios. O primeiro, um invisível “arrebatamento secreto” dos verdadeiros crentes fecharia o grande “parêntesis” ou a era da Igreja que começou quando os judeus rejeitaram a Cristo. Em seguida ao arrebatamento, as profecias do Antigo Testamento concernentes a Israel seriam literalmente cumpridas, levando à grande tribulação que terminaria na segunda vinda de Cristo em glória. Nesse tempo, o Senhor estabeleceria um reino literal de mil anos sobre a Terra, tendo Israel como centro.

A visão escatológica de Darby figurou proeminentemente no fundamentalismo americano nos anos 20, quando cristãos conservadores defenderam o cristianismo protestante contra os desafios do darwinismo e da teologia liberal. Hoje, a maioria dos cristãos evangélicos aceita as principais colunas da escatologia de Darby.

O conceito de um arrebatamento antes do período da tribulação final, na verdade, não foi invenção de Darby. “Peter Jurieu em seu livro Approaching Deliverance of the Church (1687) ensinou que Cristo poderia vir para arrebatar os santos e retornar ao Céu antes do Armagedom. Ele falou de um arrebatamento secreto antes da Sua vinda em glória e o julgamento do Armagedom. O Comentário do Novo Testamento de Philip Doderidge e o Comentário, também sobre o Novo Testamento, de John Gill, usaram o termo “rapto” e a ele se referiram como iminente. É claro que esses homens criam que esse acontecimento precederia a descida de Cristo à Terra e o tempo do julgamento. O propósito era preparar crentes do tempo do julgamento.

A doutrina do arrebatamento foi disseminada ao redor do mundo, primariamente através do Movimento dos Irmãos e da Bíblia de Referência de Scofield. No século 20, foi ensinada em escolas como o Instituto Moody e no Seminário Teológico de Dallas. O Futuro do Grande Planeta Terra, de Hal Lindsey, e muitos outros livros propagaram a teoria do arrebatamento secreto.

A teoria do arrebatamento secreto está fundamentada em numerosas hipóteses. que a septuagésima das setenta semanas proféticas de Daniel 9:24-27 ainda está no futuro;


Embora a idéia de que a septuagésima semana de Daniel esteja ainda no futuro tenha aparecido primeiro nos escritos de Irineu (séc. 2 a.D.), ela não desempenhou um papel significativo na teologia cristã até tornar-se uma coluna fundamental do dispensacionalismo no século 19. De acordo com essa visão, a 69ª semana termina com a entrada triunfal; e a 70ª “está separada das outras 69 por um período indefinido de tempo”.Por qual razão? Porque a era da Igreja é vista como um parêntesis no plano de Deus, isto é, o relógio profético parou no domingo da Páscoa e voltará a bater depois do arrebatamento, quando Deus assumir a condução dos negócios com Israel no futuro.

Entretanto, não há razão lógica ou exegética para separar a 70ª semana das outras 69 semanas. Não existe nenhuma outra profecia de tempo nas Escrituras que tenha tal vácuo.

O assunto nos versos 26 e 27 de Daniel 9 é o Messias, não o anticristo. De acordo com o verso padrão em Dan. 9:25 e 26, o príncipe da frase “o povo de um príncipe” pode também se referir a Jesus.Mas embora o príncipe, no verso 26, se refira a Tito (como tipo do anticristo) e não ao Messias, ele não é o assunto do verso 27 porque, gramaticalmente, está em uma posição subordinada a “o povo”. É o povo que destrói o santuário e a cidade; não o príncipe. O “ele” do verso 27 deve reportar ao Messias no início do verso 26. Em Dan. 9:27, nós lemos que “Ele fará firme aliança com muitos”.

A expressão hebraica “cortar uma aliança” não é usada nesse texto. Ao contrário, o Messias, diz o texto, fortalecerá ou fará o concerto prevalecer. A referência não é a um novo concerto, mas a um concerto já feito. Se fosse o anticristo o autor dessa aliança com muitos, o profeta deveria ter usado a linguagem apropriada, ou seja, “mudar a aliança”.

Ao contrário da teoria dispensacionalista, a 70ª semana apresenta os pontos altos do ministério do Salvador.Durante a primeira metade da semana, Ele fortaleceu ou confirmou o concerto através de Seus ensinamentos. Um exemplo disso é o sermão da Montanha, onde Jesus tomou uma seleção dos Dez Mandamentos aprofundando e fortalecendo o seu significado. Então, no meio da semana, Ele levou ao fim o significado teológico do papel dos sacrifícios, ao entregar-Se para a salvação da raça humana. Dessa forma, o concerto eterno foi confirmado e ratificado pela morte de Jesus Cristo.

fonte Original
Mais informações sobre a influência dos pastores

Paz á todos!


domingo, 5 de março de 2017

Judaísmo messiânico, sério?

Esse artigo foi escrito com um teclado virtual que as vezes come letras, por isso perdoem qualquer possível erro gramatical! Ronaldo

Imagine que no seu círculo social (vizinhança/bairro/trabalho) tenha uma pessoa que gosta muito do Japão. Da cultura, idioma, tradição etc... Normal. Eu mesmo que sou um apaixonado pela geografia adoro e admiro muito a cultura Japonesa!

Agora imagine que essa pessoa comece a acreditar que é Japonesa. Ele muda o seu nome de Zé da Silva para Seu Kumyama, troca o jeans por um Quimono e mesmo sem ter sequer os olhos puxados ele acredita que é Japonês. Isso já não seria tão normal não é mesmo? Já seria uma patologia.

Agora imagine que ao ser confrontado sobre isso, ao invés de se tratar e abrir os olhos para a realidade essa pessoa presa em sua patologia crônica, começa a atacar a tradição Japonesa numa tentativa louca de manter sua fantasia:

"Os Japoneses corromperam a cultura mas na verdade os japoneses não tinham os olhos puxados antigamente"

Parece loucura não é mesmo? Agora substitua a palavra Japão por Israel que você vai ver exatamente isso. Pessoas nascidas no Brasil, que nunca fizeram parte de uma Halachá, não foram circuncidadas quando crianças, não fizeram Bar Mitzvá mas, eles se consideram Judeus.  Tem até um nome de uma síndrome parecida com isso chamada síndrome de Jerusalém.

E esses grupos pensam que são judeus e messiânicos e enganam pessoas inocentes. Não existe judaísmo messiânico no sentido da crença de que o messias já veio. Todo judaísmo em si é messiânico no sentido de crêr e esperar o messias.

Um judeu de verdade não tem nada contra os cristãos. Respeitam e convivem em paz! Porque os cristãos estão certos. Nasceram em um País cristão e portanto devem seguir a crença na qual foram criados. Como eu sempre digo, você nunca vai ver na sua porta uma testemunha de Moisés dizendo:

"Bom dia! A senhor já ouviu falar de Moisés?"

Porque judaísmo não é apenas uma religião mas um povo. Ao contrário do cristianismo e Islamismo o judaísmo não é inclusivista mas exclusivista por isso. O judaísmo alega que a única obrigatório dos gentios é seguirem as leis noéticas só isso. Porque a Torá/Lei foi dada aos judeus como parte de uma aliança/pacto portanto só os judeus são obrigados a segui-la.

Esse entendimento é bem similar ao de Paulo segundo o novo testamento. Paulo nunca disse que a lei foi abolida mas que ela não era para o gentio. Apesar disso, Paulo foi o divisor de águas entre judeus e cristãos no primeiro século porque as suas epístolas supostamente destinadas aos gentios eram carregadas de anti semitismo e ofensas a Torá, como quando disse que nunca foi dada uma lei capaz de produzir vida por exemplo. O objetivo da Torá era e é de produzir vida! As acusações de Paulo de que os judeus mataram o messias, mesmo tendo sido os Romanos geraram um anti semitismo histórico.

Isso porque Paulo na verdade não foi Paulo. Havia no primeiro século um personagem muito famoso chamado Apolônio de Tiana. Apolônio era um mistico que atraía seguidores por onde passava. Só em Roma por exemplo, sabemos tanto pela arqueologia quanto por registros históricos, que tinha 17 templos dedicados á ele. Muito popular no Império Romano exceto por um lugar, Judeia.

Apolônio defendia a ideia dos docetas gnósticos de que Cristo não seria uma pessoa física mas uma era messiânica. Seus escritos segundo a enciclopédia católica registra foram compilados e corrigidos pelo Papa boca de Leão e passaram a se chamar epístolas de Paulo, sendo Paulo a forma latina de Apolônio. E isso esta registrado na história eclesiástica.

Qualquer teólogo, independente de crença, sabe que as epístolas de Paulo foram escritas antes dos evangelhos. O que a maioria não sabe é de quem ele estava falando. Paulo nunca cita acontecimentos importantes dos evangelhos como os Pais de Jesus, João batista, seu batismo, pregação, milhares etc... nada. Só uma vaga referência a ceia em corintios e uma exagerada doutrina de ressurreição que não condiz com o judaísmo como um todo mas era apenas a crença de uma facção, como aliás é hoje também.

Apolônio por ser mistico e esotérico poderia estar se referindo a qualquer personagem do primeiro século que a crença popular acreditava que morreu e ressuscitou no terceiro dia, Dionísio , Mitra, Apolo etc... A ceia de corintios pode muito bem ser a de Mitra que era na sua época a religião mais popular de Roma e seus adeptos comiam pão e vinho simbolizando o corpo e o sangue do Senhor Mitra. Enquanto que na Páscoa judaica o vinho é proibido por ser fermentado e a  festa é dos ázimos. Então a ceia do novo testamento não é exatamente judaica como dizem os tais judeus messiânicos .

Os messiânicos também veneram Apolônio dando-lhe o título de Rabino Shaul!

1- O próprio Shaul segundo suas epístolas adotou o nome latino de Paulo
2- Rabino tem que ser ordenado por uma Halachá
3- Paulo diz que estudou com Gamaliel (At 22:3) mas não sabia quem era Gamaliel
quando o viu
4- Paulo se dizia judeu mas Romano quando convinha, e ele mesmo disse que se fazia de judeu para ganhar os judeus. Belo Rabino Shaul!
5- Nasceu em Tarsis (ou Tiana), provincia Romana e exercia o direito Romano dado para Romanos
6- Disse que Jesus lhe apareceu na estrada no caminho de Damasco, hitória que ele narra de três vezes diferentes no livro de atos mas, Jesus disse que se alguém aparecesse dizendo isso não era para acreditar
"Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos ( apóstolos ).Eis que eu vo-lo tenho predito.Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto ( tipo numa estrada para Damasco ), não saiais. Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis"
Mateus 24:23-26

7- A história do "Rabino" Shaul é identica a de Apolônio:

sobre



8- Paulo foi profetizado no antigo testamento.  exemplo:

Estando eu a considerar os chifres, eis que, entre eles subiu outro chifre pequeno (Pequeno é Paulus em latim), diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava grandes coisas.
Daniel 7:8

9- Paulo pegou uma concepção exclusivamente judaica que nunca deveria ter deixado Israel e criou a maior religião do mundo contra Israel:

E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Mateus 15:24
Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; Mateus 10:6

10- As epístolas de Paulo são apenas uma mistura dos escritos de Apolônio com os escritos dos pais da igreja comprovadamente , ou seja, de Rabinico não tem nada.



O judaísmo verdadeiro até tolerava os seguidores de Jesus que apenas seguiam uma mensagem conforme já postei aqui um artigo de um Rabino sobre , mas Apolônio (Paulo) de Tiana (Tarso) é uma violação da Torá. A torá proíbe seguir homens deuses misticos anti-semitas como foi Apolônio. Podem chama-lo de Rabino mas ele continua o mesmo personagem. Um judeu pode sim se converter ao cristianismo se quiser mas deixa de ser judeu.

Os judeus messiânicos dizem que estão restaurando as origens dos primeiros cristãos e combatendo Roma, mas seguem um personagem Romano altamente contraditório:

Na verdade a teologia deles é a mesma dos evangélicos, apenas mudando algumas palavras em Português para o hebraico: "A kehilá de Yeshua", mas o personagem é o mesmo, as mentiras são as mesmas, os acréscimos do pais da igreja são os mesmos e assim por diante.

A igreja católica é Romana. Já os judeus messiânicos são altamente hipócritas porque propagam o mito Romano se fazendo de anti-romanos. Por isso eu respeito mais um católico. Diz a escritura:  Mil vezes melhor um pecador que um hipócrita



Muita coisa mesmo no novo testamento é história romana. Eu já escrevi sobre isso em outros artigos então não vou me alongar muito. Mas por exemplo:

Vespasiano curou um cego cuspindo-lhe nos olhos, narrado por quatro historiadores diferentes sendo esse considerado o milagre mais bem documentado da história.

Os porcos endemoniados é uma passagem geograficamente impossível tanto que até as bíblias de estudo comentam, porque na verdade essa foi a batalha dos romanos contra os judeus em Gedara, quando os Romanos empurraram os combatentes judeus para o mar chamado-os de porcos endemoniados. Mas como essa passagem foi parar no novo testamento os judeus messiânicos celebram sem saber o afogamento de milhares de judeus.

O novo testamento foi escrito em grego e Jesus e os apóstolos falavam aramaico, no máximo hebraico:

E a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão; Marcos 3:17

E, tomando a mão da menina, disse-lhe: Talita cumi; que, traduzido, é: Menina, a ti te digo, levanta-te. Marcos 5:41

E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te. Marcos 7:34

E levaram-no ao lugar doGólgota, que se traduz por lugar da Caveira. Marcos 15:22

E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Marcos 15:34

E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom. Apocalipse 16:16

 E segundo o próprio novo testamento eles eram iletrados:

Então eles, vendo a ousadia de Pedro e João, e informados de que eram homens sem letras e indoutos , maravilharam-se e reconheceram que eles haviam estado com Jesus. Atos 4:13

E nem as passagens do velho testamento citadas no novo estão corretas. Isso é porque seus autores eram Gregos e utilizavam a septuaginta grega como fonte que contém os mesmos erros. Exemplo:

Quantas almas vieram do Egito?

E José mandou chamar a seu pai Jacó, e a toda a sua parentela, que era de setenta e cinco almas. Atos 7:14

E os filhos de José, que lhe nasceram no Egito, eram duas almas. Todas as almas da casa de Jacó, que vieram ao Egito, eram setenta. Gênesis 46:27

Zacarias era filho de quem?

Para que sobre vós caia todo o sangue justo, que foi derramado sobre a terra, desde o sangue de Abel, o justo, até ao sangue de Zacarias, filho de Baraquias, que matastes entre o santuário e o altar. Mateus 23:35

E o Espírito de Deus revestiu a Zacarias, filho do sacerdote Joiada, o qual se pôs em pé acima do povo, e lhes disse: Assim diz Deus: Por que transgredis os mandamentos do Senhor, de modo que não possais prosperar? Porque deixastes ao Senhor, também ele vos deixará.
2 Crônicas 24:20

O tradutor deve ter confundido o ultimo profeta Zacarias com o profeta autor do livro Zacarias e o autor de Mateus seguiu o erro como todo o novo testamento faz.

Os messiânicos corrigem esses erros e alegam que possuem traduções do original em aramaico. Eles só não explicam porque estes originais em aramaico estranhamente explicam o significado das palavras em aramaico como efrata, maranata, eli lemá sabactani etc... Alguém escrevendo em aramaico não precisa explicar o significado de palavras em aramaico.




Eles também não explicam porque estes originais em aramaico estranhamente também isolam versículos d velho testamento, tiram do contexto e aplicam a Jesus exatamente como o grego faz para da a entender ao leitor que Jesus esta cumprindo profecias. Nem sequer são profecias. As profecias messiânicas mesmo Jesus não cumpriu nenhuma. Eles mesmos admitem isso quando alegam que Jesus vai cumprir na sua segunda vinda como Yeshua ben David.














Essa profecia de dois Yeshuas inclusive eles não sabem que o judaísmo esta se referindo a duas
pessoas diferentes!

E por fim, meu teclado não me permite escrever muito, como eu falei no ínicio do Japonês, quando os judeus não aceitam  os messiânicos eles partem para o ataque aos judeus e dizem que os judeus se desviaram da torá seguindo tradições de homens. Isso é típico, que nem Lutero que primeiro escreveu um livro elogiando os judeus chamado "Jesus foi judeu" e depois outro chamado "Sobre os judeus e suas mentiras"

Mas nessas igrejas evangélicas travestidas de messiânicas, onde eles alegam seguir só a torá, tem um monte de ritos que não estão na torá e são tradições humanas criadas pelos judeus. Exemplos:

- Velas do Shabat
- Uso de roupas pretas
- Quipá

Onde esta isso na torá? E tem bem mais. O preto mesmo não é a cor das vestes sacerdotais determinado por Deus na torá, isso é tradição judaica desde a idade média.

A maioria desses roshes messiânicos são ex-pastores e a maioria adventistas porque os adventistas acham que a lei dos judeus deve ser seguida pelos gentios. O Marcos Abraão que era pastor adventista antes de se tornar messiânico pelo menos teve a descência de desvincular o cristianismo de seu amor pelo judaísmo. Igualmente fez o Shaul bentsion.

Oras, judeu é judeu e cristão é cristão. Podem conviver bem em paz, se ajudar mutuamente mas cada um no seu quadrado como um casamento misto, que nem o Silvio Santos e sua esposa Iris por exemplo. Agora fingir que é judeu para atrair pessoas para uma mistura hibrida de crenças antagônicas é demais. São como eu sempre digo mornos que não fazem parte nem de uma aliança e nem de outra. Porque a primeira proíbe seguir Yeshua e o Rabino Shaul e a segunda proíbe seguir a lei de Moisés porque invalida o sacrifício da cruz.

E os mornos segundo a bíblia .....

Paz á todos!
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