quarta-feira, 26 de abril de 2017

Porque não sou muçulmano

Um pouco sobre o Islã

Há muito tempo atrás no meu canal, um amigo meu que acompanhava meus estudo me disse que devido aos meus estudos estava pensando em se converter ao Islã. Isso porque por incrível que pareça meus estudos tem pontos semelhantes com a teologia Islamica e eu não nego isso, como por exemplo a não crença em uma trindade, no apostolado de Paulo ou em um Jesus divino. Na verdade qualquer pessoa que estudar as escrituras perceberá que jesus nunca se disse Deus ou uma segunda pessoa pessoa de uma trindade. E nisso eu concordo com os muçulmanos.

E muitas pessoas me perguntam o porque então eu não sou ou não me converto ao Islamismo, afinal, temos pontos teológicos semelhantes. Eu até admiro a profunda fé dos muçulmanos e seu monoteísmo. Aliás, para quem não sabe, um judeu pode orar em uma mesquita muçulmana já um cristão não, e isso de acordo com ambas as religiões, judaísmo e Islamismo. Porque ambos são monoteístas. Os cristãos são considerados idólatras por ambos, porque veneram um homem como se fosse Deus, Jesus.

Só que apesar de pontos em comum eu tenho bem mais diferenças ideológicas com o Islã que semelhanças. E o principal ponto de discordância com o islamismo é justamente o fato de não se poder falar do islamismo. O Islã geralmente abomina qualquer tipo de critica a sua religião e dependendo da critica e do tom pode ser perigoso inclusive. Por isso eu jamais seguiria uma religião que se considera uma revelação divina mas não consegue contra argumentar criticas e refutações sem ser com violência.

Eu não vejo lógica em um Deus que precisa de suas criaturas para se defender, ou que tenha transmitido uma palavra divina mantida pelo medo e intimidação. Milhares de pessoas no mundo criticam jesus e os profetas e essas religiões não diminuem por isso e nem precisam que seus membros cometam atos extremistas para defende-los. Então a primeira coisa que o Islã deveria re-avaliar é isso. Vide por exemplo o canal de humor porta dos fundos, que vira e mexe satiriza os personagens bíblicos e Jesus. Os cristãos xingam e xingam mas não vai além disso. Uma revelação divina pela lógica se sustentaria por sí só.

Um ateu famoso Americano, Bill Washer se não me engano, disse uma vez que o Deus dos muçulmanos torna-se fraco por precisar que suas criaturas o defendam, ou, que façam o trabalho sujo. Como exemplo ele disse que é ateu e que seu Deus é a ciência. E o seu deus ciência diz que se você pular de um prédio você vai morrer. Ninguém precisa acreditar no deus ciência e os ateus não precisam matar ninguém por isso, basta a pessoa que não acredita nesse deus o por a prova e pular de um prédio que o próprio deus ciência mostrará que existe. Simples!

Fora que os muçulmanos alegam que seguem apenas Deus, que no caso eles chamam de Alah, e que Moisés, Elias, jesus etc... foram apenas profetas, homens mortais como eu e você que apenas foram escolhidos por Deus para transmitir sua palavra, assim como Mohamed. E nisso eu concordo com eles também. Mas quando alguém fala algo do profeta Mohamed todos sabem como ele reagem!  Ué? Se Maomé como nós chamamos, foi apenas um profeta como os demais, porque eles ficam tão irados ao ponto de matar quem falar mal do profeta? Isso não seria idolatrar o profeta?

Eu nunca vi um judeu matando ninguém por falar de Moisés, e se algum dia algum judeu fizesse isso ele seria considerado idólatra pelo judaísmo, por ter tirado uma vida para defender um mero mortal, Moisés! Por mais que Moisés tenha sido um grande profeta, ele foi apenas um mensageiro de Deus, não Deus, portanto, passível de criticas como qualquer ser humano. Já Mohamed que os muçulmanos dizem também ter sido apenas um mensageiro de Deus, é tratado quase como um deus ao ponto deles matarem quem o critica. Isso não seria idolatria?

O mesmo profeta disse ou citou em suas sutras que o islã deveria ser protegido e que os infiéis que falassem contra o Islã deveriam ser mortos. Isso nós não vemos nos demais profetas, como Jesus ou Moisés por exemplo. E Eu digo citou porque segundo a tradição Maomé foi analfabeto e quem teria escrito as sutras do Alcorão foi um de seus seguidores enquanto Maomé ditava.

O alcorão diz que os muçulmanos devem seguir e respeitar os que vieram antes deles, se referindo aos profetas e Jesus. Tanto que o alcorão fala mais de Jesus que de Maomé. Mas o que os profetas ensinaram e Maomé são coisas antagônicas o que torna difícil iguala-los teologicamente. Jesus por exemplo disse para amar os inimigos e dar a outra face o que não vemos no alcorão. Tanto Jesus quanto Moisés disseram para amar ao próximo como a sí mesmo. Já o alcorão discrimina e inferioriza os infiéis chegando ao ponto de demoniza-los. cada vez por exemplo que acontece um atentado extremista em algum País Europeu, muçulmanos seculares mesmo de vários Países comemoram e celebram a morte de infiéis. Então essa mensagem é antagônica a dos profetas anteriores.

Jesus por exemplo, em sua mensagem, ainda que muitos cristãos não saibam disso, muita coisa que ele disse ele apenas extraiu do velho testamento, como amar ao próximo por exemplo que esta em levitico 19. Portanto, por mais que Jesus tenha trazido uma mensagem nova, nós encontramos muitas semelhanças entre seus ditos e dos profetas judeus anteriores. Já na mensagem de Mohamed não. O velho testamento por exemplo, manda os judeus tratar bem os estrangeiros que peregrinarem em sua terra, pois eles foram escravos no Egito, e isso é uma das leis da Torá. Já o Alcorão exige que os muçulmanos cobrem um imposto obrigatório dos não-muçulmanos que não se convertem ao islã. Em praticamente todos Países muçulmanos existem conflitos e perseguições a minorias que não são muçulmanas.

Os profetas anteriores também disseram que o período dos profetas teria um fim. O próprio Jesus disse isso algumas vezes quando disse por exemplo: "A lei e os profetas até João" ou "Se alguém vier em meu nome dizendo Cristo me  enviou, não creiais" sinalizando o fim do período profético. Então como eles explicam o fato do profeta Mohamed ter surgido no século VI bem depois do período dos profetas?

Fora as contradições escriturísticas como o fato do alcorão dizer que Maria a mãe de Jesus se chamava Mirian e era irmã de Arão. A Miriam irmã de Arão era na verdade a irmã de Moisés. Então de alguma forma eles confundiram os personagens. Fora que os muçulmanos adoram citar os mitos do cristianismo mas no alcorão é dito que Mirian engravidou virgem, o que nós sabemos que também é um mito romano.

O Islã se gaba atualmente de ser a religião que mais cresce no mundo, estando a superar inclusive os cristãos. Mas também, uma religião que não permite sob hipótese nenhuma apostasia punindo com a morte, é até natural que ela cresça. O alcorão condena a morte quem deixa o islã. Um muçulmano não pode se tornar ateu por exemplo, ou se converter a outra crença a não ser que fuja para um outro país, porque senão é expulso da família, perseguido e em muitos casos morto. Isso faz do islã não apenas uma religião mas uma organização extremamente perigosa.

Jesus disse no novo testamento a chamada regra de ouro que é um preceito antigo tanto do judaísmo quanto de outros povos que diz : "Não faça aos outros o que não gostaria que fizesse a vós" condenou também o "dois pesos e duas medidas", portanto jesus e os profetas exigiam justiça. De fato o Islã também fala de justiça e exige que sejam feitos tribunais para pratica-las, as Sharias. Mas na prática esse conceito é apenas parcial no islã. Por exemplo: Muçulmanos exigem o direito de terem suas mesquitas em Países não-Islamicos e geralmente são atendidos por isso. Mas não permitem igrejas em seus Países e os poucos que permitem como o Egito por exemplo, que é um País mais ocidentalizado, essas igrejas constantemente sofrem ataques.

Como vemos o senso de justiça não é imparcial. Muçulmanos permitem que homens se casem com mulheres não-muçulmanas porque podem converte-las e aos filhos, mas não permitem que uma mulher muçulmana se case com um não muçulmano porque temem que ela se desconverta. Em suas preces públicas como na Árabia eles clamam a morte dos infiéis, mas vivem brigando contra o que eles chamam atualmente de Islamofobia em Países não muçulmanos, sendo que em nenhum País não-muçulmanos as pessoas pedem a morte de muçulmanos.

Então o Islã segue dois pesos e duas medidas. A justiça para eles só é justiça se beneficia eles mesmos. Por exemplo, uma mulher muçulmana que visita qualquer País tem que usar um véu porque é parte de cultura deles, ok. Mas uma mulher não muçulmana que visita seus Países não pode deixar de usar o véu e dane-se a cultura do povo dessa mulher.

O islã alega ser uma religião de paz e que existe apenas uma minoria extremista que envergonha o nome da religião. Mas na verdade é estranho uma religião de paz ter um livro sagrado que pede a morte de infiéis em várias sutras, prometendo inclusive virgens nos céus para quem matar os infiéis. O Islã historicamente nunca conviveu em paz com nenhuma religião vizinha e não estou falando apenas dos cristãos. Judeus, Hindus e Budistas até hoje se defendem e muito nas fronteiras com muçulmanos porque já foram historicamente atacados por estes. Até os monges budistas no Tibet, que são referência mundial de paciência e auto-controle atualmente exortam seus seguidores a praticarem defesa pessoal para se protegerem dos muçulmanos que sempre os atacam. A Índia é um dos países do mundo que mais investe em armamentos bélicos devido aos ataques dos vizinhos Paquistaneses que já ocasionaram várias guerras inclusive.

O Islã mais que uma religião, tem por objetivo a dominação global. O alcorão mesmo promete que um dia todo o planeta vai ser islamizado e todo muçulmano luta por isso. O sonho do islã é ver implementada a Sharia no mundo todo.

Na Indonésia por exemplo, era um País simples e de religião tribal até que o rei permitiu que um pequeno grupo de muçulmanos fizesse sua primeira mesquita. Em poucos anos eles foram convertendo todo mundo e forçando outros a conversão gerando ondas violentas de conflitos até que essa ilha se tornou o País com o maior número de muçulmanos do mundo. Só uma pequena parte vive isolada e mesmo assim protegida por militares, inclusive do Brasil, que sempre mantém tropas no timor leste, para proteger os não-muçulmanos dos muçulmanos a pedido da ONU.

Na Europa atualmente, onde eles já são um grande número em algumas cidades, eles instalaram vários tribunais da Sharia. Em Londres mesmo por exemplo, onde eles conseguiram inclusive eleger um prefeito muçulmanos Sadik Kadin, além dos 37 tribunais da Sharia reconhecidos pelo governo, eles possuem a patrulha da Sharia , uma ronda que vaga pela cidade reprimindo qualquer comportamento não-Islamico como tomar uma cervejinha com algum amigo, ou uma moça voltando do trabalho pra casa sem usar véu e assim por diante. E um detalhe, é que essas pessoas reprimidas pela patrulha são Ingleses e não muçulmanos.



Bairros muçulmanos na Europa, nem a polícia ou serviços de emergência como os bombeiros podem entrar. Seus líderes afirmam com todas as letras que estão trabalhando para impôr a Sharia em toda a Europa e que a Europa toda vai se tornar Islamica. Basta ver no youtube eles mesmo falando isso. O que mostra que o Islã não é apenas uma religião.



Na Europa inclusive, devido essa expansão Islamica, judeus de todos países estão fazendo Aliá, retornando para Israel, pois tem aumentado os ataques, o anti-semitismo, e durante os protestos Islamicos eles gritam publicamente "morte aos judeus".



Jesus disse certa vez que uma árvore se conhece pelos frutos. Então por todo esse contexto nós conhecemos bem o islã. Uma religião que doutrina suas crianças a odiarem judeus e não muçulmanos para perpetuar para as gerações seguintes o fundamentalismo Islamico:



Os muçulmanos acreditam que a Sharia é um meio para tornar a humanidade melhor, mais correta e mais decente, através de leis rigorosas e punições severas. Mas o ser humano é falho e sempre erra. Errou com a lei de Moisés que mandava apedrejar, errou com a advertência de um inferno de Jesus e erra mesmo sabendo das punições da Sharia, porque são humanos.

Reformadores muçulmanos tem surgido nos últimos anos e percebido isso, e arriscando suas vidas para tentar reformar o Islã.





Por fim, o Islã é anti-cientifico. Toda religião em excesso inclusive atrapalha o avanço cientifico, vide a idade média quando a igreja proibia estudos de heliocentrismo, ou recentemente que a mesma é contra pesquisas de células tronco por exemplo. Ciência e religião infelizmente dificilmente andam juntas. Um religioso crê tanto em seus livros sagrados que acaba atacando a ciência quando esta refuta seu livro sagrado. Um exemplo claro são os imbecis terra planistas que acreditam mesmo em pleno século XXI que a terra é plana porque a bíblia diz que é. E por falar nisso vários Imãs muçulmanos dizem o mesmo sobre a terra e que o heliocentrismo é uma farsa porque o Alcorão diz assim.



Na verdade o Islã contribuiu muito pouco em termos científicos para a humanidade, e justamente por isso. Por ser uma religião extremamente fundamentalista, rejeita e combate qualquer argumento que não esteja de acordo com o Alcorão, o que dificulta seu progresso cientifico. Nem mesmo as bombas que os terroristas explodem são criações deles, quem inventou a pólvora foram os Chineses e quem deu uso bélico para ela foram os Europeus. Se os muçulmanos tivessem conquistado todo o mundo conhecido na época das cruzadas como eles queriam, provavelmente hoje não teríamos aviões, automóveis, internet, nada. Estaríamos todos presos em uma eterna idade média.

Os judeus apesar de serem minoria no mundo foram os que mais contribuíram cientificamente para a humanidade em todos os campos da ciência, sendo inclusive um quarto dos ganhadores de prêmios nobel, porque o judaísmo exige estudo e não crença. Mesmo na idade média os judeus iam contra a igreja e criavam coisas cientificas. A maioria dos judeus são inclusive seculares, porque ser judeu não é bem ser da religião judaica, mas pertencer a um povo. Freud era ateu por exemplo. Einstein agnóstico e assim por diante....

Agora imagine um Einstein muçulmano tentando criar uma teoria da relatividade por exemplo ou tentando provar que a terra não é o centro do universo sem ir contra o alcorão! Seria improvável!



O Islã exige orações cinco vezes ao dia. Isso é uma maneira de psicológicamente enraizar o máximo que puder a pessoa na crença. A repetição prende o fiel. O induz a acreditar cegamente sem questionar. Somando a isso o medo e a intimidação eles conseguem ser uma religião forte expansiva e indissolúvel. Que não contribui em nada para a humanidade, mas mesmo assim forte.


Os cristãos, no Brasil e no mundo perdem muito tempo brigando entre si, sobretudo os evangélicos. Os evangélicos no Brasil inclusive, alguns gostariam de fazer aqui uma Jihad gospel, foram os que já fazem por conta própria. E enquanto eles perdem tempo com isso, com ódios e picuinhas infantis, eles vão perdendo espaço para essa religião forte que esta abraçando o mundo. Alguns evangélicos até admiram o Islã porque eles não tem imagens como os católicos. Mas se eles soubesse o real significado da palavra idolatria não pensariam assim.

Na verdade eles mesmos não durariam em um mundo Islamico!

Essa bobagem gospel que esses "pastores" incurtem na cabeça das pessoas de que imagens é idolatria e que os fiéis gentios devem seguir obrigatoriamente a lei dos judeus nesse ponto só gera ódio. Note que a raiva gospel é bem semelhante a raiva Islamica. Qualquer pessoa que tenta forçar entrada em uma aliança que não é sua fica assim atormentada e irada. "Deus proibiu de fazer imagens seus idólatras malditos!" Qualquer dia vou escrever sobre isso.

Se o Brasil fosse gospel ou muçulmano não teríamos nem o Cristo redentor no Rio de Janeiro porque para eles seria idolatria. O estado Islamico chegou ao absurdo de destruir relíquias arqueológicas da humanidade por terem sido feitas por povos pagãos, ignorando todo o estudo arqueológico e histórico feito. Imagine uma dessas duas crenças dominando o Brasil então.

Jesus disse que aquela geração de judeus do primeiro século seria destruída por ser má e incrédula. ! Nós não vemos em nenhum momento do novo testamento Jesus acusando os judeus de não cumprirem a lei, mas de serem MAUS naquela época! O Talmud diz o mesmo, diz que aquela geração do primeiro século era uma exímia cumpridora da lei, mas era má e perversa, Má. Eles tripudiavam uns dos outros e riam-se das desgraças alheias e não se amavam. O Talmud chega a dizer que o pai Abraão apareceu antes de sua queda intercedendo pelo povo e Deus lhe disse: Abraão, eu não vou puni-los por violarem a lei dessa vez, mas por serem MAUS, odiosos e raivosos! MAUS.

E é isso que o evangélico e o muçulmano não entendem nem a pau, nem desenhando e nem se o próprio Deus vier explicar-lhes: Não adianta seguir algumas leis dos judeus, não ter imagens de escultura mas serem MAUS. Não adianta ter templos sem imagens como as igrejas evangélicas ou as mesquitas, mas explodir milhares de fiéis gritando Alah é grande ou sair agredindo adeptos de outras religiões. Não adianta achar que esta uma lei que nem pra você era e sair invadindo terreiro e agredindo e até matando pais- de santo. Isso é ser MAU! Por isso tanto o velho quanto o novo testamento dizem: "MISERICÓRDIA QUERO E NÃO SACRIFÍCIOS" MISERICÓRDIA OK

Vejam a parábola de Jesus do publicano e do pecador, ou do evangélco/islamico e do secular. O religioso dizia: "Eu sou um cumpridor da lei, dou meu dizimo, e não sou um pecador idolatra como este católico aqui" Mas quem agradava mais a Deus segundo a parábola?

Ou no julgamento final que jesus disse que separaria os bodes e as ovelhas. Ele separaria por crença? Por pertencerem a uma determinada religião? Ou , pelo tive fome e me deste o que comer?

Por isso eu não sou Islamico. Eu como agnóstico, prefiro mil vezes mais um mundo católico onde as pessoas tenham milhares de imagens mas se amem, do que um mundo vazio cheio de regras e de pessoas vigiando pessoas 24 horas por dia esperando o próximo pecar para lhe atirar pedras! Gerações inteiras já foram destruídas por isso, e se nós aprendemos algo com o passado, eu tiro isso como lição. Melhor uma geração cheia de erros e pecados humanos mas que se ajuda, se ama e se apóia, do que uma geração hipócrita que se odeia e que odeia a tudo e a todos que não segue os mesmos preceitos que você.


Paz a todos!

sábado, 11 de março de 2017

Apolônio de Tiana Paulo/Jesus?

Busto de Apolônio 
Esse artigo é apenas uma junção de outros artigos referentes ao personagem histórico Apolônio tão real que até hoje existem bustos, estátuas, moedas e vestigios de sua existência. Mutos acreditam que esse foi o verdadeiro Paulo de Tarso devido as semelhanças e que sua vida e obra tenham influenciado os evangelhos. Aqui nesse artigo apresento apenas algumas informações a conclusão fica a critério de cada um.

Apolônio de Tiana nascido em 13 de Março de 2 a.C. e falecido em Éfeso, d.c. 98) foi um filósofo neo-pitagórico e professor de origem grega. Seus ensinamentos influenciaram o pensamento científico por muitos séculos após a sua morte. A principal fonte sobre a sua biografia é a "Vida de Apolônio", de Flávio Filóstrato, Apolônio também é citado nas obras "A Vida de Pitágoras", de Porfírio, e "A Vida Pitagórica", de Jâmblico. Acredita-se ainda que ele seja o personagem "Apolo", citado na Bíblia em Atos dos Apóstolos e I Coríntios.

Apolônio foi vegetariano e discípulo de Pitágoras, com base no seu escrito,

"Por mim discerni uma certa sublimidade na disciplina de Pitágoras, e como uma certa sabedoria secreta capacitou-o a saber, não apenas quem ele era a si mesmo, mas também o que ele tinha sido; e eu vi que ele se aproximou dos altares em estado de pureza, e não permitia que a sua barriga fosse profanada pelo partilhar da carne de animais; e que ele manteve o seu corpo puro de todas as peças de roupa tecidas de refugo de animais mortos; e que ele foi o primeiro da humanidade a conter a sua própria língua, inventando uma disciplina de silêncio descrito na frase proverbial, 'Um boi senta-se sobre ela.' Eu também vi que o seu sistema filosófico era em outros aspectos oracular e verdadeiro. Então corri a abraçar os seus sábios ensinamentos…"

Nascido na cidade de Tiana (Turquia), na província da Capadócia, na Ásia Menor, então integrante do Império Romano, (anexado alguns anos antes da era cristã), foi educado na cidade vizinha de Tarso, na Cilícia, e no templo de Esculápio em Aegae, onde além da Medicina se dedicou às doutrinas de Pitágoras, vindo a adotar o ascetismo como hábito de vida em seu sentido pleno.

moeda com a insignia de Apolônio 
Após manter um juramento de silêncio por cinco anos, ele partiu da Grécia através da Ásia e visitou Nínive, a Babilônia e a Índia, absorvendo o misticismo oriental de magos, brâmanes e sacerdotes, especula-se muito sobre Jesus talvez ter feito esse tipo de peregrinação durante os chamados "anos perdidos", mas na verdade tais suspeitas podem ter sido levantadas por que se está confundindo Jesus com Apolônio, quem realmente deve ter viajado de fato ao oriente estremo foi Apolônio, não o personagem Jesus.

Durante esta viagem, e subseqüente retorno, ele atraiu um escriba e discípulo, Damis, que registrou os acontecimentos da vida do filósofo. Estas notas, além de cobrirem a vida de Apolônio, compreendem acontecimentos relacionando a uma série de imperadores, já que ele viveu 100 anos.

Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.Filemom 1:24

Eventualmente essas notas chegaram às mãos da imperatriz Julia Domna, esposa de Septímio Severo, que encarregou Filóstrato de usá-las para elaborar uma biografia do sábio. A narrativa dessas viagens por Damis, reproduzida por Filóstrato, é muito repleta de milagres, em seu retorno à Europa,

Apolônio foi saudado como um mágico, e recebeu as maiores homenagens quer de sacerdotes quer de pessoas em geral, ele próprio, por uma questão de humildade se atribuiu apenas o poder de prever o futuro; já em Roma afirma-se que trouxe à vida a filha de um senador romano. Na auréola do seu poder misterioso ele atravessou a Grécia, a Itália e a Espanha. Também se afirmou que foi acusado de traição tanto por Nero quanto por Domiciano, mas escapou dos déspotas por meios milagrosos. Finalmente Apolônio construiu uma escola em Éfeso, onde veio a falecer, aparentemente com a idade de cem anos. Filóstrato mantém o mistério da vida do seu biografado ao afirmar

"Com relação à maneira de sua morte, ‘se ele morreu’, as narrativas são diversas"

Esta obra de Filóstrato é uma obra prima, ela contém um número enorme de histórias através das quais pode-se discernir o caráter geral do homem, um filantropo, pacifista e justo, um exemplo de ser humano.

No século III, Hierócles esforçou-se para provar que as doutrinas e a vida de Apolônio eram mais valiosas do que as de Jesus Cristo, e, em tempos modernos, Voltaire e Charles Blount (1654-1693), o livre-pensador inglês, adotaram um ponto de vista semelhante. Apolônio foi um reformador sincero, altamente instruído, que tentou promover um espírito de moralidade prática. Escreveu muitos livros e tratados sobre uma ampla variedade de assuntos durante a sua vida, incluindo ciência, medicina, e filosofia. As suas teorias científicas foram finalmente aplicadas à idéia geocêntrica de Ptolemeu.


Algumas décadas após a sua morte, o Imperador Adriano colecionou os seus trabalhos e assegurou a sua publicação por todo o império. A fama de Apolônio ainda era evidente em 272, quando o Imperador Aureliano sitiou Tiana, que tinha se rebelado contra as leis romanas. Num sonho ou numa visão, Aureliano afirmava ter visto Apolônio falar com ele, suplicando-lhe poupar a cidade de seu nascimento. À parte, Aureliano contou que Apolônio lhe disse - "Aureliano, se você deseja governar, abstenha-se do sangue dos inocentes! Aureliano, se você conquistar, seja misericordioso!" - O Imperador, que admirava Apolônio, poupou desse modo a cidade.

Também no século III, Flávio Vopisco, em seu escrito sobre Aureliano, cita Apolônio. O Livro de Pedras, do alquimista medieval islâmico Jabir ibn Hayyan, é uma análise prolongada de trabalhos de alquimia atribuídos a Apolônio (aqui chamado Balinas) (ver, por exemplo, Haq, que fornece uma tradução para o inglês de muito do conteúdo do Livro de Pedras). Devido a algumas semelhanças de sua biografia com a de Jesus, Apolônio foi, nos séculos seguintes, atacado pelos Padres da Igreja sendo considerado desde um 'impostor' até um personagem satânico. Mas houve também quem o exaltou comparando-o aos grandes magos do passado, como Moisés e Zoroastro. Apolônio faleceu em Éfeso, cerca de 98 da era cristã.

Nascido entre 1 e 10 d.C. em Tyana, na Capadócia, Turquia, ou na Ásia Menor como era conhecida à época, Apolônio de Tyana teve pais aristocratas e viveu entre sacerdotes, líderes e imperadores, questionando-lhes a ética e a desonestidade. No Egeu, aos dezesseis anos instruiu-se nos mistérios pitagóricos. Deixou o Egeu dez anos depois e dirigiu-se à Índia, quando no caminho, provavelmente entre 41 e 54 d.C. na Pérsia, conheceu seu discípulo Damis ("Vamos juntos" – dissera Damis. "Tu seguirás a Deus e eu a Ti"). Passou pela Babilônia, Tróia, Chipre e Grécia onde se iniciou nos mistérios de Elêusis (ver adiante em "Os Ensinamentos de Platão"). Em 66 d.C., já em Roma, tentou introduzir, junto com o Papa Lino, reformas religiosas, mas fugiu de lá devido às perseguições de Nero. Viajou para a Espanha, África do Norte e Alexandria, no Egito.



                        Em todos os lugares procurou reformar as práticas religiosas, principalmente o derramamento de sangue de seres vivos. Perseguido, acusado, preso e acorrentado pelo Imperador Domiciano, em 93 d.C., soltou a sua perna do corpo e a recolocou de volta, livre das correntes, e disse a seu discípulo: "Estás vendo a liberdade que tenho, portanto peço-te que não desanimes". No seu julgamento não lhe foi permitido defesa, e disse a Domiciano: "Nem mesmo tua lança mortal pode matar-me, pois não sou mortal", e desapareceu do tribunal. Em 96 d.C., em Éfeso, teve uma visão do assassinato de Domiciano, após o que encaminhou seu discípulo de volta a Roma e desapareceu misteriosamente. Teria morrido com 80 ou 100 anos



estátua de Apolônio 
                        Apolônio de Tyana viveu na mesma época de Jesus. Era famoso e reconhecido como o maior filósofo do mundo greco-romano, não apenas durante o século I, mas até o século V. Seu busto encontra-se hoje no Royal Bourbon Museu em Nápoles, Itália. O Imperador romano Caracalla (211-217) construiu uma capela em sua homenagem e o Imperador seguinte, Severo, colocou a estátua de Apolônio em sua residência, entre seus objetos religiosos. Quando o Imperador Aureliano (270-275) estava sitiando Tyana teve uma visão de Apolônio e suspendeu o sítio, salvando assim muitas vidas. Posteriormente Aureliano dedicou-lhe um templo.



                         Não se conhece nenhuma estátua antiga de Jesus, ou templos que se lhe tivessem sido dedicados antes de 300 d.C., mas a vida e os ensinamentos de um homem tão poderoso como Apolônio podem ter influenciado os princípios da Igreja Cristã e até mesmo o teor dos Evangelhos. Hoje em dia, quase um ilustre desconhecido, não há como avaliar sua influência na história bíblica e sua biografia não registra qualquer encontro com Jesus ou qualquer de seus discípulos, embora um de seus discípulos, Lucius de Cirena, fosse conhecido como Lucius, Lucas ou Luke, devido às diferentes línguas em que era escrito – o evangelho de Lucas é considerado o mais detalhado dos evangelhos.

Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, meus cooperadores.Filemom 1:24

                       Jesus de Nazaré, um judeu da Galiléia, teria nascido em 6 a.C., quando Roma dominava a Palestina e Augusto era o imperador. Embora historiadores contemporâneos a Jesus, como Plínio, o Moço (61-114), que cita João Batista, Herodes e Pilatos, aparentemente nunca tenha ouvido falar dele, ou pelo menos não o tenha considerado digno de menção, Tácito (56-120) faz referência a um homem chamado Cristo, que foi crucificado por Pôncio Pilatos no reinado de Tibério, Suetônio (65-135) cita alguns judeus seguidores de Cresto em sua obra "Os Doze Césares" e Flavius Josephus (37-100) também o cita em sua obra "Antigüidades Judaicas" (XVIII, 4), embora alguns autores suspeitem que o parágrafo tenha sido interposto à obra a posteriori. Escritores judeus, como Justo que vivia em Tiberíades próximo a Cafarnaum, ou Fílon de Alexandria (20 a.C. -40 d.C.), um grande entendido em assuntos bíblicos e seitas judaicas, em suas extensas crônicas, nada citam sobre Jesus.
 
                    Incrível é a similaridade dos feitos de Apolônio de Tyana e os de Jesus. Vestindo-se com túnicas brancas, usava cabelo longo e andava descalço, ensinou a libertação do sofrimento a todos os homens, independente de sua classe social, nacionalidade ou religião. Em geral, ensinava seus discípulos pela manhã e o povo à tarde.

Suas curas eram famosas, afastava os maus espíritos, e via o passado das pessoas. Filostrato (216 d.C.), erudito romano, cita a realização de inúmeros outros milagres. Por exemplo, em Roma, às vésperas do casamento, uma moça morrera. Durante o cortejo fúnebre, Apolônio fez parar a procissão e, perguntando à morta seu nome, tocou-a, proferiu algumas palavras num sussurro e ressuscitou-a.

Lutou contra a escravidão, pregava que o nascimento e a morte eram apenas aparências, condenava os sacrifícios a Deus e as fogueiras ascendidas a Ele: "É melhor não fazer sacrifício a Deus – não acender fogueiras, não O chamar por nomes que os homens empregam às coisas sensórias, porque Deus é tudo, o Primeiro.... O único sacrifício válido para Deus é a mente sadia do homem e não a palavra que sai da sua boca.... A mente não precisa de coisas materiais para fazer a sua prece. Então para Deus, o Todo-Poderoso, que está acima de tudo, nenhum sacrifício deveria ser feito".

                         Foi mencionado pelos primeiros padres da Igreja Católica (como Justino em 160 d.C.) como um líder espiritual do primeiro século da nossa era: "Se Deus é Construtor e Mestre da Criação, como os objetos consagrados de Apolônio têm poder nas ordens da Criação? Pois, como podemos ver, controlam a fúria das ondas e o poder dos ventos, os meandros dos vermes e os ataques de animais selvagens". São Jerônimo (331-420) chegou a contar uma longa história sobre uma certa luta, travada entre Apolônio e São João, que foi uma verdadeira competição de milagres. Ele descreve minuciosamente a "derrota" de Apolônio.

Conheço as tuas obras, e o teu trabalho, e a tua paciência, e que não podes sofrer os maus; e puseste à prova os que dizem ser apóstolos, e o não são, e tu os achaste mentirosos.
Apocalipse 2:2

                          O primeiro historiador da Igreja Cristã, Eusébio de Cesaréia (263-339), em carta a Hiérocles, admitiu que Apolônio era um homem sábio e virtuoso, mas que não havia provas suficientes de seus feitos (veja Contra Hieroclem) e que, se verdadeiros, não fossem obra do "demônio". A partir de então a Igreja Cristã passou, com algumas exceções, a associar a sua imagem a um anticristo pagão. Surgiu uma "luta" de Jesus contra Apolônio, na qual Apolônio teria que ser massacrado e esquecido, pois a nova crença não era compatível com dois líderes espirituais similares.

                          Assim a circulação de suas biografias (inúmeras) foi evitada. Após o Concílio de Nicéia (325 d.C.), em que foram designados quais os escritos eram canônicos, começou a perseguição de todos os escritos que a partir de então foram considerados apócrifos.

A sua famosa biografia, feita a mando da mãe do Imperador Caracalla por Flavius Filostratus (Filostrato) em 216 d.C., é raríssima. Ela, Domina Julia, reuniu inúmeros manuscritos sobre Apolônio e, junto com o diário de seu discípulo Damis, deu-os a Filostrato.


































Preservada secretamente pelos árabes, após a queima da Biblioteca de Alexandria, a obra de Filostrato foi por eles liberada ao mundo ocidental através de sua tradução ao latim, em 1.501. Os dois primeiros manuscritos de Filostrato, publicados em inglês (1.680), foram rapidamente condenados pela Igreja que se prontificou a queimar tantas cópias quantas aparecessem. A única tradução completa para o inglês, feita por E. Berwick  em 1.809, foi queimada e perseguida pela Igreja Cristã.

                         A temerosa comparação de seus milagres com aqueles do Jesus bíblico tornou imprescindível a queima de todos os registros de sua existência, principalmente aqueles dos três primeiros séculos de nossa era, pois mencionavam Apolônio como o grande líder espiritual do primeiro século. Como co-existir dois Jesus?


                         Há relatos históricos da passagem de um personagem, conhecido como Isa-Masih, em várias partes da Índia (no Bhavishyat Maha-Purana), que os hindus defendem ser o Jesus de Nazaré. Ele teria morrido na Índia com mais de 80 anos. Muitos documentos registram a estada de Jesus (Hazrat Isa) na Pérsia, com suas curas e pregações. O volume I do Farhang-Asafia persa, cita que ele era conhecido como Yuz Asaf, que quer dizer "líder dos purificados" (nome derivado de suas curas a leprosos). Outros livros, como o Ahwali Ahaliau-i-Paras, escrito por Agha Mustafai, confirmam Yuz Asaf e Jesus como sendo a mesma pessoa. A Bíblia Sagrada não fala nada sobre a visita de Jesus a países como Índia ou Pérsia, mas Apolônio de Tyana, que fazia prodígios semelhantes ao Jesus bíblico, esteve nesses lugares.



                         Os judeus reconhecem um personagem histórico, conhecido como Jeschua Ben Pandira, que viveu por volta de 100 a.C.,  como o único candidato possível ao Jesus bíblico. Mas na maioria dos relatos tradicionais, Jeschua teria sido apedrejado até a morte e em seguida enforcado, em virtude de sua habilidade em realizar milagres. Para os mulçumanos, Jesus é tido como o último grande profeta de Israel, precursor de Maomé. Conhecido como Issa ou Isa, derivado da palavra síria Yeshu, não teria morrido, mas teria sido elevado aos céus por Alá (Alcorão 4:157-158), enquanto Judas foi crucificado como seu sósia.


                          Para os que acreditam em reencarnação, fica bem cômodo crer que o Jesus bíblico é a compilação de aspectos da vida do Jeschua judeu e da vida de Apolônio como forma de comprovar definitivamente a existência histórica de Jesus. Grandes Mestres contemporâneos, como Paramahansa Yogananda e Sathya Sai Baba afirmaram que sua existência histórica foi real e toda uma tradição religiosa foi criada, evoluiu e ramificou-se, e não poderia ter sido baseada em fatos ilusórios criados por outrem. Mas a Verdade só será conhecida daquele que a viver pessoalmente, senão será apenas o relato da Verdade conhecida por outrem. Quem conhece o relato da Verdade não conhece a Verdade, pois os relatos da Verdade não são a Verdade.

Outras fontes

O nome latinizado de Apolônio é Paulus (Latim-Dicionário de Inglês, JT Branco e JE Riddle, Ginn & Heath, Boston, 1880), e hoje a Igreja chama esses escritos das epístolas de Paulo. O servo pessoal de Apolônio, Damis, um escriba assírio, é Demis no Novo Testamento (2 Tm. 4:10).

A hierarquia da Igreja sabe a verdade sobre a origem de suas epístolas, como o cardeal Bembo (m. 1547), o Papa Leão X secretário (m. 1521), aconselhou seu associado, o cardeal Sadoleto, ignore lhes, dizendo:

"Manter essas ninharias, para tais absurdos um homem de dignidade não vai voltar, eles foram introduzidos mais tarde na cena, uma voz maliciosa do céu" (Cardeal Bembo: Suas cartas e comentários sobre o Papa Leão X, AL Collins, Londres, 1842 reimpressão.).

A Igreja admite que as epístolas de Paulo são falsificações, dizendo:
"Mesmo as epístolas genuínas foram grandemente interpolados para dar peso às opiniões pessoais dos autores." (Enciclopédia Católica, Farleyed., Vol. Vii, p. 645).

Da mesma forma, São Jerônimo († 420) também afirmou que os Atos dos Apóstolos, o quinto livro do Novo Testamento, também foi "falsamente escrito" ("As Cartas de Jerome", Biblioteca dos Padres, Movimento de Oxford, 1833 -45, vol. v, p. 445).

Por exemplo, em 397 João Crisóstomo, "conhecido como boca de ouro" reestruturou os escritos de Apolônio de Tiana, um sábio mistico do primeiro século, e o inseriu como parte do Novo testamento (Secrets of the Chistian Fathers, op.cit). O nome latinizado de Apolônio é Paulus e hoje a igreja chama os escritos das epístolas de Apôlonio de Paulo. Apolônio nasceu em Tarso na Turquia e teve um companheiro de nome Damis, um escriba Asírio, que é o Dimas do Novo testamento (2 Tm 4:10) (A Latin-English Dictionary. J. T. White and J.E. Riddle. Ginn &Heath, Boston, 1880).

Paz á todos!
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