quinta-feira, 12 de julho de 2012

O Retorno dos judeus e das tribos perdidas 1


Cumprindo um mandamento bíblico - e uma profecia para os últimos dias - há um número cada vez maior de judeus fazendo aliyah, ou seja, o retorno à Terra dos seus ancestrais, a Terra de Israel.
No final deste ano o aumento destes "retornados" será de cerca de 16% em relação ao ano anterior, fazendo deste o segundo melhor ano das recentes estatísticas do número dos que fazem aliyah.
Este número é no entanto em grande parte devido aos 1.650 judeus vindos da Etiópia, um elevado número se tivermos em conta que durante 2009 apenas 140 o fizeram. O governo de Israel resolveu recentemente ajudar os últimos etíopes "Falashmura" a retornarem a Israel nos próximos quatro anos.

Houve também um significativo crescimento dos "olim" - novos imigrantes judeus - oriundos da América do Sul. A maior parte ainda continuam a ser os oriundos das ex-repúblicas soviéticas. Nos EUA houve um aumento de 6% face ao ano anterior.

A Agência Judaica está investindo muito na possibilidade de judeus americanos fazerem aliyah, fazendo-o através da educação e do fortalecimento da identidade judaica, bem como no aprofundamento da ligação a Israel, na esperança de que muitos judeus americanos "voltem para casa".
O número total de judeus retornando à Terra durante 2010 deverá ser de 19.130, sendo 3.980 dos EUA, 760 da Grã-Bretanha, alguns milhares da Rússia, e algumas centenas de países europeus, Austrália e Índia. Há um aumento muito grande da Venezuela, onde o regime se aproxima cada vez mais do Irão, fazendo com que 150 tenham decidido retornar a Israel, um fenomenal aumento, tendo em conta os 38 que o fizeram em 2009. Há também grandes aumentos do México, Peru e Argentina.

Jerusalém continua a ser a cidade mais procurada pelos novos olim, e isto apesar dos elevados custos de vida da cidade. Sem dúvida que este processo se enquadra no ideal sionista moderno, mas muito mais ainda nas profecias que mencionam o regresso dos judeus "das extremidades da terra" nos últimos dias para a Terra da Promessa, Eretz Israel. E como o nosso coração e os nossos olhos se alegram vendo Deus a cumprir integralmente aquilo que prometeu!


Mais de 7000 judeus indianos

Segundo informações da CBN, mais de 7.000 membros da Bnei Menashe chegarão em breve a Israel. Os membros da Bnei Menashe alegam ser descendentes de uma das 10 tribos perdidas de Israel que foram exiladas pelo império assírio há mais de 27 séculos. Eles residem principalmente nos dois estados indianos de Mizoram e Manipur, ao longo da fronteira com Burma e com o Bangladesh.
Durante todo o seu exílio e mesmo depois de a única cópia que tinham da Torah se ter pedido, os Bnei Menashe continuaram a observar as tradições judaicas, incluindo o Shabat, respeitavam o kosher, celebraram os festivais, seguiram as leis familiares da pureza, e lembravam o Êxodo do Egipto.

A Shavei Israel, um grupo com base em Jerusalem e que assiste os "judeus perdidos" que buscam retornar ao povo judeu tem ajudado a trazer muitos dos Bnei Menashe a Israel, e está também ajudando nesta nova "onda" de aliyah. Graças aos esforços da Shavei Israel, o rabinato-mor de Israel reconheceu oficialmente os Bnei Menashe em 2005 como sendo "descendentes de Israel". A organização também ajudou na publicação da tradução do Livro de Shemot (Êxodo) para o mizo, uma das principais línguas faladas pelos Bnei Menashe, de forma a capacitá-los a se religarem à sua herança e aos textos básicos do povo judeu.

O chairman da Shavei Israel, Michael Freund, prestou nesta segunda-feira passada informações ao comité de imigração e absorção do Knesset acerca da bem sucedida integração na sociedade israelita dos 1.700 Bnei Menashe que já imigraram para Israel. Ele referiu que uma impressionante percentagem de 96% dos Bnei Menashe já estão empregados, que a maioria dos seus filhos escolheram unidades de combate durante o seu serviço militar obrigatório nas FDI, muitos estão também inscritos em colégios e universidades, e alguns foram ordenados como rabis.Freund disse então aos membros do comité que "é tempo de Israel permitir a vinda para casa dos restantes Bnei Menashe".


Freund contou então à CBN que aquilo que aconteceu a seguir foi um "milagre": o comité aceitou esboçar uma resolução a ser apresentada ao governo para aprovação no final de Julho.
Nas palavras de Freund à CBS, "a resolução significa que estamos apenas a um mês de uma viragem histórica em que 7.732 preciosas almas serão restauradas ao povo judeu."E concluiu: "Estou certo que muito em breve os Bnei Menashe atravessarão o mar, reunindo-se à Terra e ao povo de Israel, depois de uma impressionante jornada."

A Bíblia afirma que antes do retorno do Messias a Israel os judeus teriam de fazer retorno ("aliyah") à Terra dos seus antepassados. É isso que tem acontecido nestes últimos anos, confirmando a veracidade das profecias bíblicas para estes "últimos dias" e completando assim o plano de Deus para com o Seu povo eleito.
"Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas das extremidades da terra." - Isaías 43:6.

Os primeiros grupos de "Bnei Menashe" que chegaram a Israel vieram como turistas, num acordo com o Ministério do Interior de Israel. Uma vez em Israel, os "Bnei Menashe" converteram-se oficialmente ao judaísmo e tornaram-se cidadãos israelitas. Os membros da tribo vivem nos dois estados indianos de Mizoram e Manipur, para os quais foram, segundo eles, exilados de Israel há mais de 2.700 anos atrás pelo império assírio.

Nos anos 50, vários milhares de membros "Bnei Menashe" iniciaram uma caminhada a pé para Israel, mas foram rapidamente impedidos pelas autoridades indianas. Sem se deixarem deter por isso, muitos deles começaram a praticar o judaísmo ortodoxo e juraram tentar ir para Israel. Actualmente, eles assistem em centros comunitários na Índia que foram estabelecidos pela "Shavei Israel" para lhes ensinar a tradição judaica e a língua hebraica moderna.
Freund olha para a imigração dos "Bnei Menashe" como bíblica, citando Isaías 43:5, que diz: "Não temas, pois, porque estou contigo; trarei a tua semente desde o Oriente e te ajuntarei desde o Ocidente."
"Essas palavras" - disse Freund - "estão voltando à vida diante dos nossos olhos."
"Penso que este é um projecto bem histórico" - acrescentou ainda. "É o fecho de um círculo histórico. É o retorno de uma tribo perdida de Israel após 27 séculos de exílio, e é um cumprimento da profecia bíblica."



Tribo perdida encontrada no Zimbawe
Anos de testes DNA comprovaram aquilo que os membros da tribo "perdida" do povo Lemba reivindicavam: têm realmente DNA judaico, sendo por isso descendentes do povo judeu.
Não é aliás difícil encontrar as diferenças entre este grupo e os seus "vizinhos", no Zimbawe: usam yarmulkes, oram numa língua rica em raízes yemenitas e hebraicas e desenham a estrela de David nas suas lápides.

Esta tribo conta com cerca de 80.000 membros e reside no centro do Zimbawe (antiga Rodésia) e no norte da África do Sul. Muitos converteram-se ao Cristianismo, mas ainda mantêm muitos costumes judaicos como a circuncisão, regras kosher para a matança de animais, e proibição de comer carne de porco.
Segundo a tradição dos Lembas, passada de geração em geração de forma oral, os seus ancestrais foram sete judeus que deixaram a Terra Santa há 2.500 anos atrás, antes da destruição do Segundo Templo. Eles atravessaram o Yemen e instalaram-se depois no coração da África.

Muitos comentavam que este seria mais um mito das "tribos perdidas" de Israel, mas os testes DNA conduzidos por cientistas britânicos confirmaram que os Lemba transportam o gene semítico.
O cantor religioso Fungisai Zvakavapano-Mashavave disse que poucas pessoas estão conscientes da existência desta tribo, e que queria que o mundo soubesse da existência dos Lemba.
"Estou muito orgulhoso em reconhecer que temos uma cultura rica, e tenho orgulho em ser um Lemba. Temos sido um povo muito fechado, porque acreditamos ser um povo especial" - afirmou o cantor à BBC.
O professor Tudor Parfitt, da Universidade de Londres, confessou estar surpreendido ao descobrir as muitas práticas judaicas praticadas pela tribo.

"Isto é espantoso" - afirmou - "É como se o sacerdócio judaico tivesse continuado a Ocidente por pessoas com o nome Cohen, e da mesma forma tivesse continuado pela clã sacerdotal dos Lemba.
Eles têm um ancestral comum que os peritos em genética dizem ter vivido há uns 3.000 anos algures no norte da Arábia, sendo essa a época de Moisés e de Arão, quando se iniciou o ofício sacerdotal."
Parfitt, perito de renome internacional, gastou 20 anos investigando os Lemba e viveu seis meses entre eles. Apesar das suas práticas judias, muitos Lemba são cristãos e alguns muçulmanos.
"O Cristianismo é a minha religião, e o Judaísmo a minha cultura" - afirma o pastor local Perez Hamandishe.

Ultimos judeus etiopes

O gabinete presidencial em Jerusalém aprovou os planos para trazer para Israel durante os próximos 2 anos os últimos judeus da Etiópia.
Mais de 120.000 judeus etíopes vivem agora em Israel como consequência de ondas de imigrações durante as últimas 3 décadas. Segundo os peritos, cerca de 2.200 judeus permanecem ainda na Etiópia.
Esses "remanescentes" são os "falashas mura", membros de uma comunidade que se tinha convertido ao cristianismo sob pressão há mais de um século mas que entretanto voltaram ao judaísmo.
Alguns em Israel questionaram se os "falashas mura" são realmente judeus. Os imigrantes etíopes têm de regularmente passar por um processo de conversão religiosa. Uma vez dentro do país (Israel), muitos enfrentam problemas de assimilação por causa de diferenças culturais. Alguns alegam ter encontrado racismo.

O governo informou ontem que irá abrir um centro de absorção em Setembro, no valor de 4,3 milhões de dólares, para acomodar os recém-chegados.
Segundo as profecias, os judeus viriam do sul, nestes últimos dias, num regresso à sua Terra - a Terra dos patriarcas. Deus está no controle da História!

Judeus na caxemira
Saindo do Afeganistão e do Paquistão onde vivem os Pathans, no rumo leste, chega-se ao Estado da Caxemira, na parte norte da Índia, a oeste do Nepal. A Caxemira consiste de um lindo e enorme vale, rodeado de montanhas altaneiras, e o considero um dos lugares mais belos do mundo. Vivem lá entre 5 a 7 milhões. Falando de forma geral, eles são mais claros e diferentes dos outros habitantes da Índia. Uma tradição interessante é divulgada entre o povo da Caxemira, a respeito de sua ancestralidade nas Tribos Perdidas de Israel. Esta tradição é apoiada por extensa literatura, tanto pelo povo como por eruditos.

Na Caxemira, muitos locais têm nomes israelitas, como Har Nevo, Beit Peor, Pisga e Heshubon. Todos são nomes na terra das Dez Tribos de Israel. O mesmo acontece com nomes de pessoas e nomes de aldeias.
O povo na Caxemira celebram uma festa chamada Pasca na primavera, quando acertam a diferença de dias entre o calendário lunar e o solar, e a maneira deste ajuste é similar a judaica. Há muitos livros publicados sobre o assunto. A linguagem Udu, usada na Caxemira, inclui muitas palavras em hebraico. A maioria dos habitantes da Caxemira são muçulmanos. Apesar disso, são simpáticos com relação aos judeus e Israel. É evidente que sua origem também é um fator que os levou ao interesse no povo de Israel.

A história do povo é envolta em mistério, assim como a história de outros povos da região. Muitos pesquisadores acreditam que muitos habitantes da Caxemira são descendentes das Tribos Perdidas, exiladas em 722 A.E.C. Eles vagaram ao longo da Rota da Seda rumo aos países do Leste, Pérsia e Afeganistão, até atingirem o vale da Caxemira e lá se estabelecerem.

Outros dizem que o povo começou a vagar aproximadamente 300 anos mais tarde. Estes nômades assentaram-se na Caxemira, mantendo as tradições até serem forçados a converter-se ao Islamismo, quando a expansão do Islã chegou ao vale. O sacerdote Kitro, em seu livro, História Geral do Império Mughal, disse que o povo da Caxemira são os descendentes dos israelitas. O historiador itinerante árabe El Bironi, no século XII, escreveu: "No passado, a permissão de entrar na Caxemira era concedida somente aos judeus."

O sacerdote Monstrat disse que na época de Vasco da Gama no século XV "todos os habitantes desta área que aqui viviam desde tempos antigos podem localizar sua ancestralidade, conforme a raça e os costumes, até os israelitas antigos. Seus traços físicos, aspecto geral, modo de vestir, as maneiras de conduzir os negócios, tudo demonstra que são similares aos antigos israelitas."

Recentemente o Sr. Ikbal Chapri, proprietário de uma casa-barco chamada Haifa (nome de uma grande cidade em Israel) em Srinagar, escreveu sobre este tópico nos jornais locais.

Seu artigo era sobre os nomes das tribos e locais da Caxemira que são exatamente hebraicos. Tenho uma cópia das duas páginas da lista. Por exemplo, uma das tribos da Caxemira é chamada Asheriya, de Asher, a tribo de Dand é Dan, Gadha é Gad, Lavi é Levi. A tribo de Shaul é o nome hebraico do Rei Saul. Musa é Moshê, Suliamanish é Shelomo (Salomão). E há também a tribo de Israel, a tribo de Abri, que é a tribo de Hebreu, e a tribo de Kahana que é a palavra para sacerdote judeu.

Existem também entre 50 a 75 nomes de lugares na Caxemira que, na verdade, são nomes hebraicos com os quais os israelitas eram muito familiarizados. Há um local chamado Samaryah, que é Samária, Mamre é Mamre, Pishgah é Pisgá, Nabudaal é Monte Nevo, Bushan é Bashan, Gilgit é Gilgal, Heshba é Heshbon, Amunah é Amon, Gochan é Goshen, Median-Pura é Midian, e Guzana é Gozan, que é o nome de um local na Assíria, o próprio local para onde as Dez Tribos de Israel foram deportadas.

O nome Israel é muito comum entre eles, assim como entre os Pathans, e este é um nome jamais usado entre os Muçulmanos. Também acendem uma vela para o Shabat, têm costeletas, barbas, e usam o emblema ou desenho da Estrela de David.

Na área da fronteira com o Paquistão, chamado Yusmarg (Handwara), vive um grupo que até hoje chama a si mesmo de Bnei Israel, o que significa filhos de Israel. Muitos dos habitantes da Caxemira dizem que este é o nome antigo de todo o povo da Caxemira.

Há uma estranha tradição em uma pequena comunidade próxima a Wallar Link, que exibe o túmulo de Moshê. Existe ainda outra, conectada com o Rei Shelomo, de acordo com a qual até mesmo o Rei Shelomo chegou ao Vale da Caxemira e, com sua sabedoria, auxiliou o povo endireitando com sucesso o rio Jalum. Esta tradição também vincula-se a um local chamado Trono de Salomão, situado em ponto mais alto que a capital da Caxemira, Srinagar. Não é estranho que haja lendas folclóricas e históricas sobre heróis de Israel antigo nestes lugares distantes e exóticos?

Estas lembram também algumas lendas no Japão. Há a tumba de Moshê no Monte Houdatsu, na província de Ishikawa, e uma lenda diz que muitos dos tesouros secretos de Salomão são guardados no Monte Tsurugi em Shikoku.

Os dois principais historiadores da Caxemira, Mulla Nadiri, que escreveu a História da Caxemira, e Mulla Ahmad, que escreveu Fatos da Caxemira, estabeleceram sem sombra de dúvida que as origens do povo da Caxemira são encontradas no Povo de Israel.

fontes : Shalom Israel

2 comentários:

  1. Recomendo a leitura deste texto:
    http://raptureaprophesiedevent.blogspot.com.br/2010/02/foram-as-dez-tribos-de-israel-realmente_13.html
    Também é uma hipótese...

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